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Sexy Fridays #26 – In the Still of the Night – Whitesnake

Olá, leitores deliciosamente apimentados.

O som desta SEXta-feira, 13, é bem providencial. In the Still of the Night foi gravada por Whitesnake, banda inglesa de Hard Rock que esta Pimentinha que vos escreve tem uma paixão peculiar (depois de KISS). A música faz parte do fodástico álbum também chamado Whitesnake (1987), que traz sucessos como “Here I Go Again” e “Is This Love” – uma relíquia que vale muito a pena gastar um dinheirinho para incluir da coleção.

“Agora eu quero somente estar perto de você
E provar o gosto do seu amor tão doce
E eu só quero fazer amor com você
Sentir o calor do seu corpo

Na calada da noite”

Ai, Coverdale, canta prá gente, seu lindo *_*
E vocês, prestem atenção neste clipe TESUDO ❤

Ouça, inspire-se, e tenha um delicioso final de semana!

Escute tudo o que já rolou na Sexy Fridays pelo Grooveshark.

Vakinha Pimentossauros

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Escutem aqui, keridinhos ♥

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O gato preto e a Sexta-Feira 13

Eu estava entediada em casa, cansada de mais uma noite de Sexta-Feira chata e sem companhia. O foda de ser adulta é isso. A maioria das minhas amigas estão casadas e não saem de casa. Quando não é isso, ou estão sofrendo em cima de um sofá e se acabando no pote de sorvete por causa de uma pica perdida, ou arranjaram uma foda, ou vão pro pagode – que eu detesto, pelamor – à procura de pica. Não que eu não estivesse em busca de uma.

Hoje à tarde, eu tinha recebido um e-mail com a programação de uma boate que eu gosto e que fica ali no Centro de Sampa. Na festa “Super Sexta 13”, um DJ deixaria rolar Depeche, The Cure e todas essas baladinhas que eu só gosto um pouquinho do tamanho de um universo. Chamei duas amigas, mas elas já tinham arrumado algo mais importante a fazer, como lavar roupa e chorar no travesseiro. Eu é que não ia curtir um clima de velório e azar em casa. Tomei meu banho, coloquei meu decote mais ousado, passei meu batom vinho, botei a minha melhor cara de pau, e saí rumo ao metrô, que era pertinho de casa.

Cheguei e me posicionei no lugar mais estratégico que uma mulher sozinha pode se posicionar: no bar. Afinal, nada mais decadente e digno de curiosidade masculina do que uma mulher sozinha, bebendo no balcão de um bar. Encostaram 2 rapazes – um de cada vez, obviamente – que não faziam nem um pouquinho o meu tipo e logo lhes contei uma história tão terrível que não os veria por perto tão cedo. “Vim beber porque descobri hoje de tarde que estou com sífilis.” É, foi de muito mau gosto. A intenção era essa mesma. Quem é que vai querer dar uma foda com quem está com uma DST, mesmo com camisinha? Muito arriscado, né?

Até que, de longe, eu o vi. Aquele deus de pele negra, um lindo sorriso branco de ofuscar. Usava camisa preta, jeans escuro, uma corrente com um pequeno e lindo crucifixo. Fingi que não o percebi, até que notei que ele se afastou propositalmente dos amigos e vinha em minha direção. “É agora, pensei comigo”. Ele se sentou ao meu lado, e então notei seus lindos olhos cor de mel que quase me derreteram. Respirei fundo, tomei mais um gole do meu drink. E então o jogo começou. “O que faz uma mulher tão linda como você estar sozinha num balcão de bar em plena 6ª feira?” “Estou aqui pensando sobre os mitos da 6ª Feira 13…” “E a que conclusão chegou?” “Que, ao contrário do que dizem por aí, um gato preto aparecer no meu caminho tem que ser sinal de muita sorte.” E aí, então, virei e olhei diretamente para ele, oferecendo minha mão direita e me apresentando: “Branca”. E ele: “É, estou vendo.” “Não, estou falando sério. Meu nome é Branca.” E rimos. “Então vou me apresentar como se meu nome fosse ‘Gato Preto’, tudo bem?” “É, pelo menos, justo”.

Não costumo ser muito discreta quando sinto interesse em alguém. E o “Sr. Gato” me interessou bastante. Conversamos uma meia dúzia de coisas de bom conteúdo, mais uma dúzia de brincadeiras sem sentido, até que ele me puxou pelo queixo e me tascou um beijo. Uau, que beijo delicioso! Sorri para ele, olhar malicioso. Meu drink terminou, ele me puxou pela mão. “Vamos procurar meus amigos, só para eu dizer que estou muito ocupado e bem acompanhado. Assim eles podem ir embora à hora em que quiserem sem precisar vir me dar tchau”. Encontramos os rapazes, oi, tchau e o KCT a 4. E dali procuramos um cantinho de parede para nos encostar.

Eike Pegada gostosa! Dessas que faz a gente remeter o beijo na boca ao jeito que o cara te chupa… Não tive muitos pudores. Ele veio para tocar meus peitos, deixei. Ele tentou colocar a mão por dentro da minha calça, deixei. Eu coloquei a mão no pau dele por fora da calça e… meu Deus, por que ainda não tínhamos ido embora dali?! “Vamos embora, Branquinha?”, ele me perguntou ofegante, mordendo minha orelha. “Vamos.”

Pagamos a conta, eu respirando fundo… eu estava era pegando fogo ao lado daquele cara. Nos liberamos e fomos para o carro dele. O pega-prá-capar começou no estacionamento mesmo. Só para dar um esquenta. Um beijo mais molhado e quente que o outro. “Onde quer ir, linda? Tem algum lugar aqui por perto que você goste, ou não se importa de demorarmos um pouco para chegarmos em outro lugar que eu conheço e é muito bom?” “Como você quiser.” E fomos para o tal do outro lugar.

Cada semáforo, uma pegada, uma mão boba deslizando pelo corpo, uma mordida no pescoço. E estava foda de aguentar esperar, embora não houvesse outro jeito. O destino final foi um motel na Raposo Tavares, lindo e aconchegante. “Eu sei que a gente se pegou feito doido no carro, mas, olha, você não tem obrigação de fazer nada que não goste, Branca. Te quero, mas te quero à vontade.” “Eu estou muito à vontade, senhor Gato Preto. Pode ficar sossegado.” E eu realmente estava. Aqueles 3 drinks tinham me deixado parecendo arroz fresquinho: branca e toda soltinha. E doida prá ver logo aquela pele negra contrastando com a minha.

Gato Preto foi um gentleman. Saiu do carro, deu a volta, abriu a minha porta. Subimos as escadas do motel feito dois namoradinhos tímidos, sorrindo um para o outro e sem trocar palavra. Muito bonitinho… e eu estava ficando impaciente. Sorte que aquilo era apenas uma parte do jogo. Entramos no quarto e, ao fecharmos a porta, ele me pressionou contra a parede e me imobilizou segurando minhas mãos para cima. Começou a beijar o meu pescoço, com mordidas e lambidas que me faziam pirar. Mordia a minha orelha, gemia de leve no meu ouvido… e eu doida, praticamente ouvindo minha buceta gritando pelo seu corpo sobre o meu. Ele então soltou minhas mãos e cravei minhas unhas sobre sua camisa, a vontade de deixá-lo nu já tinha me tirado totalmente a razão. Ele enfiou a mão dentro do meu decote e começou a beliscar de leve o meu mamilo. Aquilo era bom – e torturante ao mesmo tempo.

Gato Preto já estava de pau duro desde que começamos a nos beijar, lá na balada e, como detesto perder tempo, virei-o contra a parede, ajoelhei-me à sua frente, desabotoei e baixei a calça dele, baixando também a cueca boxer que ele estava usando. Coisa linda de rola, viu? Pu-ta-que-pariu! Na hora já me imaginei dando o cu prá ele, e isso me deixou mais excitada. Comecei a chupar o caralho do Gato, apertando com aquela força que só os homens pedem, indo até o fim da minha garganta por várias vezes. “Caralho, Branca, (respira) desse jeito eu vou gozar… Aaah!” E ele gozou na minha boca, e engoli tudinho. Eu estava pegando fogo!

Ele olhou nos meus olhos e, ofegante, me disse: “Caralho, linda, faz tempo que ninguém me chupa desse jeito, com tanta vontade. Onde você estava escondida? Que delícia de boquete!” E começou a me empurrar em direção à cama, olhos nos olhos e calças arriadas. Foi, no mínimo, engraçado. E rimos. Ele chutou calça e cueca prá longe, arrancou a camisa, e tirou minha roupa, deixando-me só de calcinha. “Dá uma voltinha, dá?” Ele sentou-se na ponta da cama e dei a tal da voltinha, rebolando e esfregando minha bunda na cara dele. Ele começou a morder meu bumbum, enquanto ia abaixando minha calcinha. Me jogou de bruços sobre a cama, afastou minhas pernas e começou a me dar um dos melhores beijos gregos que eu já tinha recebido em toda a minha vida. Enquanto beijava meu cu, enfiava dois dedos na minha buceta, acertando em cheio o meu Ponto G. Gozei.

Ele me virou de frente e começou a me chupar. Aquele deus africano manjava de como chupar uma mulher, viu? Enquanto me lambia e chupava, enfiou delicadamente  2 dedos na minha buceta e 1 no meu cu. Nem resisti, aquilo estava bom demais prá eu ficar com pudorzinho só porque eu nem sabia o verdadeiro nome dele. Logo gozei de novo. E quando ele colocou a camisinha e veio com o pau em direção à minha buceta, eu pedi. “Na buceta não, Gato. No cu.” Ele arregalou os olhos. “Tem certeza?” “Vadia que faz boquete delícia merece rola no cu, não merece?” “Ah, e como merece!”

Ele veio bem devagar, coisa de cara experiente. E logo comecei a gostar daquela rola grossa no meu rabo, indo e voltando, indo e voltando. E pouco tempo depois pedi para cavalgar na rola dele, porque ser amazonas é o que faço de melhor. Ele se deitou e me virei de costas, sentei de cu na rola dele e comecei a cavalgar. Caraaaaaaaaaalho, que rola gostosa. Comecei a gemer feito uma louca, corpo para a frente e para trás. “A vadia vai gozar pelo cu? Vai, Branquinha, goza pelo cu prá eu ver, goza!”, e comecei a ir mais rápido, e mais rápido, até não aguentar mais… gozei, gemendo escandalosamente.

Branca e Gato Preto

Virei na direção dele, pedi para trocar a camisinha e ele, de pronto, me obedeceu. Então, sentei de buceta no pau dele e continuei a cavalgar, para não fazer o Gato Preto perder o ritmo dele, até que comecei a ir mais rápido, e mais rápido, e apertando o pau dele dentro da minha buceta, até que nós dois não aguentamos e gozamos. Foi tão forte prá mim que tive que me deitar, pois praticamente perdi os sentidos. Nos olhamos, demos um sorriso um para o outro, me deitei com a cabeça sobre seu peito. E dormi.

Acordei há pouco e estou aqui, deitada ao lado dele, olhando o deus da pele mais escura que já me tocou. E tocou deliciosamente. E daqui a pouco irei acordá-lo para aproveitarmos o resto de tempo que nos sobra neste sábado. Contrariando as lendas de Halloweens e Sextas-Feiras 13, Gato Preto que cruzou no meu caminho foi sinal de uma puta sorte.