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Barba Prá Se Roçar #18 – Dwayne Johnson (The Rock)

Olá, leitora apimentada!

Barba prá se Roçar desta semana traz o ator e atleta Dwayne Johnson, também conhecido por The Rock. O gato, nascido a 02 de Maio de 1972, na Califórnia (EUA), começou sua carreira profissional como jogador de futebol americano, passando para lutador de Wrestling por influência do pai e do avô, modalidade em que, ironicamente, se tornou mais popular que os dois, que já eram famosos. Graças à sua popularidade e porte físico, The Rock foi convidado a fazer parte do elenco de O Retorno da Múmia, de 2001, interpretando o Escorpião Rei, personagem que protagonizou no filme de mesmo nome no ano seguinte.

De 2001 até agora, Dwayne já participou de mais de 20 filmes (caraaaalho! Muita coisa em pouco tempo o.O), sem jamais abandonar seu lado atleta. Tanto que, para Hércules, filme que estreia nesta Quinta-Feira agora, dia 04/09, o cara pegou pesado nos treinos e ganhou 40 fucking quilos para interpretar o famoso filho de Zeus. Ele ficou deliciosamente GIGANTE! *_*

The Rock

The Rock

E você? Quer sugerir uma barba prá se roçar? Use os comentários ou me mande e-mail: coisasdapimenta@gmail.com =)

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Links da Pimenta #2

Olá, leitores apimentados!

Sabadão, descanso… é dia de dar uma passadinha nos links  que meus amigos e parceiros postaram em seus blogs na última semana. Bora clicar?

Papai Chegou – Infográfico: O Traje do Batman ao Longo da História

As Biritas – (+18) 5 motivos para não se espelhar em pornô de estúdio na hora do sexo

Se basear num pornozão na hora do sexo? Nunca! Saiba por quê

Se basear num pornozão na hora do sexo? Nunca! Saiba por quê

Meu Doce Veneno – (+18) Boxer do dia: @GatodeTennis

Santa Igreja da Onifodência – Horóscopo Onifodente – 12 a 18 de Janeiro 2014

Solteiropolitano – (+18) Derrape nas Curvas

Tudelícias – (+18) 3 Erros Comuns dos Homens no Sexo

Aproveita prá seguir esse povo no Twitter, curtir Fanpage do Facebook, adicionar no Google+ e comentar os posts – dá trabalho fazer as coisas, galerinha!

Bom final de semana =^.^=

Sobretudo, sobre quase nada

“Se conseguir, se atrase um pouquinho. Me enrolei aqui e preciso de um pouco mais de tempo para me ajeitar para você <3”
Eu vi aquela mensagem no meu WhatsApp e pensei comigo “Caralho, ela tá aprontando!” E toda vez que ela me manda este tipo de coisa… velho, pode ter certeza de que alguma surpresa especial vai acontecer. Fiquei de pau duro na hora, só de imaginar o que aquela gostosa estaria planejando prá nossa noite.
Tínhamos combinado que eu passaria na casa dela para buscá-la e ela ir dormir no meu apartamento. Confesso que, depois da mensagem, fiquei louco para vê-la logo. O problema é que aquele pedido me mostrava que, além de não poder correr para chegar mais rápido, eu ainda teria que inventar algo pelo caminho prá dar o tal tempo que ela estava precisando. Ok, passei no supermercado, comprei umas cervejas e uns petiscos – tudo prá facilitar a nossa noite.
Segui para a casa dela, avisei que cheguei. Saiu pelo portão uma mulher de maquiagem marcante, cabelo “de festa”… de sobretudo cobrindo até os pés e uma sapato de salto. Caralho! Minha mulher já é linda, mas daquele jeito ela estava de matar. Com um sorriso radiante e brilho nos olhos, a gente se cumprimentou rapidinho, ela pediu que fôssemos logo pro meu apê. “Estou com muito tesão”, ela me explicou, com um olhar que misturava algo de meigo e safado ao mesmo tempo. Meu carro voou baixinho. E tive que me segurar (não apenas uma vez, inclusive) para não passar as mãos na perna dela durante o caminho – seria tentação demais.
Já teve aquela sensação de que o elevador demooooora para subir quando você mais precisa que ele vá rápido? Velho, aquela porra demorou para chegar na garagem, depois demorou pra alcançar o 10º andar. Puta que pariu! E o pior é que dava para perceber que ela estava se divertindo com toda aquela espera, aquela vadia deliciosa. O importante é que chegamos, e, no meio da minha sala, ela tirou o sobretudo. Estava sensacional, com um vestidinho tomara-que-caia, justo e curto, meia 7/8 com renda. Ficou mais linda e ainda mais gostosa naquele visual todo. E, conforme começamos a nos beijar, ela guiou minha mão em direção à sua buceta, e tome surpresa de novo: nada de calcinha, toda melada. Aquilo estraçalhou meu coração cheio de tesão! A levei em direção à cama, e sem esforço comecei a chupar aquela buceta carnuda e cheirosa. Como ela já estava “daquele jeito”, não precisei esperar muito tempo: ela gozou ali, rápido, se retorcendo com o efeito da minha língua sobre o seu grelo, sobre a sua pele.
Assim que se recuperou – e, caralho!, foi muito rápido! – ela me disse “deita, quero montar em você” e, com aquele visual de puta cara, sentou no meu pau. Sentou, rebolou, sentou de novo. Ela sempre gosta de começar por cima. Ficamos nessa até ela se sentir cansada e pedir que eu a fodesse de quatro. E claro, cavalheiro que sou, não posso deixar minha dama passando vontade.
Ela se ajeitou na cama e olhei aquela bunda gostosa virada em minha direção. Enfiei meu pau na buceta melada dela e comecei a foder. Primeiro devagar, depois mais rápido e mais forte, e mais rápido e mais forte, pirando ao observar a tatuagem que sobrava em seus ombros nus – não me canso de admirar. Ela gemia, virava o rosto em minha direção, pedia que eu a chamasse de puta, que eu desse tapas na sua bunda, e metesse ainda mais forte. E ficava cada vez mais encharcada. Até que, sob o sinal inconsciente que sempre me dá (“Não pára”, ela geme entre os dentes), percebi que ela estava quase gozando. E gozei, junto com ela, os dois gemendo alto como dois animais. Nos deitamos, pegamos no sono.
Às vezes eu acordo de madrugada, manja? Nesta madrugada eu percebi que ela praticamente desmaiou: dormiu com a roupa de toda essa farra, maquiada – e “acabada” por causa do suor -, toda descabelada. Ainda assim, no sono profundo, parecia um anjo. É difícil explicar, porque me faltam palavras. Só sei que, depois de ontem, nunca mais vou olhar uma mulher na rua, que esteja de sobretudo, de um jeito inocente. Essa diabinha angelical consegue fazer tudo me remeter a sexo. Graças a Deus!

Meu dedo do meio para você!

Hoje decidi usar este meu espaço para desabafar.

Por uma questão de “boa vivência” profissional, não acho viável, ou inteligente – quem sabe?  – dizer o que estou pensando para quem me inspirou a este post. Mas como fiquei muito puta da cara, achei interessante escrever. Dá um bom texto. Ou, pelo menos, um bom desabafo.

Hora de almoço durante o expediente de trabalho é aquele momento em que você tenta dar uma relaxada, pois já está cansado da metade do dia, ou que passou voando, ou que se arrastou, e você ainda tem mais meio expediente para completar as tuas tarefas e ir embora. Rola de tudo um pouco: comentários de coisas que tem acontecido na tua vida, no trabalho mesmo… fofoca… ou seja, a caralhada que for. Se você vai almoçar em turma, tem papo prá caramba e aquela tua uma hora chega a ser pouco.

É aqui que entra a minha irritação. Cara, você tem uma hora prá relaxar, prá ficar longe daquele teu chefe e/ou colega de equipe que é insuportável, e o que faz na hora do almoço? NÃO PÁRA DE FALAR DELE. Ok, mal, mas traz o cidadão para junto da mesa? Puta que pariu, né?

Bom, foi num contexto deste que, hoje, aconteceu algo que me deixou putíssima. Um dos meus companheiros de almoço disse se referiu a uma dessas insuportáveis colegas de trabalho como “Maior boqueteira aquela lá, meu. ” O repreendi na hora! Não gosto que chamem nenhuma mulher de “boqueteira”, nem a minha pior inimiga. Porra, foi o que citei dias atrás para o célebre “Edu Testosterona”, e expliquei para o cara o motivo da repreensão: homens querem que suas parceiras gostem de fazer boquete, mas tem gente que usa a palavra “boqueteira” de maneira ofensiva, como se fosse algo negativo. Enfim. Nisso uma outra companheira de mesa, de quem infelizmente venho pegando uma baita preguiça, nos disse, com cara de horrorizada: “Vou deixar vocês aí falando essas coisas e vou fingir que não os conheço. Falem mais baixo para falar disso!”

Ok, talvez a voz estivesse alta mesmo. Mas o que me deixou puta foi o falso pudor. Quer dizer que você pode falar mal do chefe, do colega, falar as besteiras que for, mas na hora em que alguém fala de algo prazeroso você fica com recalque? Meu dedo do meio para você! Duvido que não curta fazer. Ou, caso não curta fazer, que teu parceiro não se torture porque quer receber.

Estou indignada, puta que pariu. Não vou fazer nada a respeito, meu mundo não vai mudar, e nem vou tratá-la mal por isso. Mas hoje, sinceramente, a pessoa perdeu um pouco mais do pouco brilho que resta em meu conceito sobre ela. Detesto falso moralismo.

(Obrigada por ter lido até aqui).

Amor, Pé na Bunda, Clichês e Outras Drogas

Aparentemente está tudo bem. De repente, o mundo se abre sob teus pés. A pessoa rompe, inesperadamente, e te deixa perdido, “com cara de cachorro que caiu do caminhão de mudança”. Às vezes, nem é tão inesperadamente assim: você está percebendo que algo está errado, vocês já conversaram a respeito – ou nem conversaram porque a pessoa “é mais fechada que uma ostra” -, e você espera que tudo se ajuste, tudo se encaixe. Ao invés disso, pé na bunda. É, camarada, “a vida é assim mesmo”, mas relaxe! “Um pé na bunda serve para alguma coisa: pelo menos te chuta prá frente”. Mas… quanto tempo leva até que você se cure desse trauma?

Primeiro vem a fossa. A estadia por lá depende de cada um. Tive relacionamento em que a fossa, aquela devastadora, dolorida mesmo, abaixo do nível da fossa, durou uma semana. Nem comer eu conseguia. Fiquei um trapo, espantalho era elogio. Aos poucos os choros diminuíram, a ausência da pessoa passou a ser menos dolorosa. Mas não foi fácil; era meu primeiro relacionamento sério, éramos noivos, essa coisa toda. Ficamos separados por dois meses, voltamos, ficamos mais um tempo, mas “não era prá ser”.

Tem gente que fica na fossa por meses a fio. Se recusa a receber ajuda, palavra de conforto, ombro amigo, não quer nem sair de casa. Há também aqueles que preferem a fossa regada a álcool. “Sofrer, só se for com Vodka.” É tudo forma de dizer: “me deixa na minha”. Ok, estamos aguardando, e insistindo no contato porque “só insistimos naquilo que vale a pena”.

Aí sai da fossa… com uma fooooome! Quer sair por aí comendo todo mundo. É a fase do “foda-se”. Sabe como é? “Me dediquei tanto a esta pessoa filha duma puta e mereço pé na bunda como recompensa. Quer saber? FODA-SE!” Pois prá tudo existe o foda-se. Geralmente essa fase é mais longa que a fossa. É o renascer da Fênix, a pessoa precisa voltar a se afirmar, muito mais para si mesma do que para as pessoas ao seu redor. Amor próprio? Longe disso, camarada, o começo desta fase é apenas uma extensão da fossa. Despeito, ego ferido… Demora um pouco para a pessoa voltar a se enxergar de verdade. No começo ela tende a ser apenas um fruto de tudo o que lhe aconteceu.

Aí, sim, as ideias voltam a se ordenar. Aos poucos ela se redescobre, percebe do que gosta de verdade – e não porque aprendeu ao lado “de um certo alguém”. Passado o ego ferido, volta a se abrir para conhecer novas pessoas – conhecê-las de verdade, e não apenas ao seus corpos – e, quem sabe, encontrar um novo amor. Para algumas pessoas, é fato, ha um longo intervalo entre uma fase e outra. Não porque o trauma ainda impera, e sim porque a pessoa aprendeu a apreciar tanto a própria companhia que uma outra pessoa poderia atrapalhar este momento tão único, tão seu.

E então, naquele momento, sem menos esperar, um novo alguém pode aparecer, um novo amor pode surgir… para, quem sabe, enfiar o pé na jaca de novo, dessa vez não tão inocente, um pouco mais maduro – e ser um tanto mais feliz “para sempre enquanto durar”.

Culpa do Calor

“Estou lá fora, vou molhar as plantas e já volto para fazer o almoço.”

Eu estava na sala, assistindo TV com uma cerveja na mão e minha esposa estava ajeitando a casa. Era domingo, o dia mundial da depressão e do tédio, e eu cumpria bem a minha parte – estava quase morrendo de tédio. E de calor. Caralho, que calor dos infernos.

Na hora em que a Bianca falou comigo eu percebi que nem sabia mais o que estava passando na TV. Estava ali por estar, praticamente vegetando. Ela meio que me acordou quando falou que molharia as plantas. Olhei na direção do quintal e vi aquela gostosa de shorts jeans, regata branca e os cabelos presos, com uma mangueira na mão. Certamente não havia nenhuma pretensão naquele visual, a Bibi estava muito simples. Simples e simplesmente apetitosa. E eu não costumo resistir a estas coisas. Ah, não mesmo.

Eu não posso negar que sou um cara afortunado. A Bianca é aquele tipo de mulher que costuma chamar a atenção por onde passa – morena, quase 1m80, gostosona. Um olhar que prende, uma boca carnuda. Eu e ela moramos juntos há 2 anos, compramos esta casa há uns 6 meses. E nem eu sabia que ela teria o hábito de criar plantas. Já não bastava o Bob e o Bola (cachorro e gato)…

Eu fui para a porta da sala e comecei a observá-la. Quando ela percebeu que eu estava de plateia, me perguntou, com sua habitual voz sexy e suave, se eu precisava de algo. “Não, gatona, estou só te observando, mesmo…” Ela sorriu e voltou o olhar para as plantas que estavam mais próximas ao portão de casa. Fui bem quietinho em sua direção e a abracei por trás. A Bibi se assustou, mas riu. “O que foi, baby?” “Vamos lá para dentro?” Ela, sorrindo, me pediu que parasse de atrapalhá-la. “E se eu não parar?” Ela fingiu que voltaria a regar as plantas e começou a me molhar com a mangueira.

Confesso que fiquei surpreso, mas foi divertido. Primeiro porque ela deu uma gargalhada tão gostosa enquanto me molhava que não dava para ficar com raiva de um banho de mangueira. E aí eu tirei a mangueira da mão dela à força e comecei a molhá-la também. Foi uma guerra. Nós ríamos como duas crianças, mas o sorriso não era nada infantil. “Agora você vai ter que entrar para se secar, gatona!”

Quando entramos pela porta, comecei a beijar aquele pescoço nu. E eu sei que aquilo era um golpe baixo. Minha esposa fica mole, a pele fica arrepiada. Adoro morder e olhar aquela nuca, aquele pescocinho… gosto das reações que provoco. E partimos para um beijo ainda mais gostoso, quente e cheio de tesão. Só tivemos tempo de fechar a porta da sala para nos entregarmos ainda mais às nossas vontades. Às vezes eu abria os olhos enquanto a beijava e via um sorriso cheio de malicia pelo jeito como ficava a bochecha dela.

Então eu comecei a tirar a roupa molhada da minha esposa, mas com um tesão incontrolável. Confesso que comecei tirando o sutiã dela antes mesmo de tirar a camiseta. Eu estava doido para ver aquela cena “Garota Camiseta Molhada”. Aqueles seios deliciosos e os bicos durinhos me deixavam irracional. E ela também estava louca, selvagem, tirando minhas roupas com fome, de me ter, de meter comigo. “Me lambe, meu cachorrinho. Vai, baby, me chupa um pouquinho antes?” Impossível resistir a este pedido dela. Coloquei a Bibi sobre o sofá e desci por entre suas pernas, sentindo a urgência de seu gozo pela respiração ofegante e pelo habitual jeito que mexia em meus cabelos. Ia e vinha com minha língua molhada em seu grelo, enquanto a penetrava, delicadamente, com dois dedos, um em sua buceta, quente e apertadinha, e outro em seu cuzinho. E eu sei, minha gata fica louca com isso. Suas pernas não param de tremer, é sensacional. Me sinto o rei do oral. E ela geme, e ela fala palavrões. E ela gozou na minha boca, muito rápido. Delicioso para quem não tinha pretensão nenhuma.

Então ela pediu para eu foder a buceta dela. “Vem, Edu, enfia este pau duro em mim, vai, me faz gozar de novo…” ”Minha cadelinha quer pau?” “Quero, Edu, quero o teu pau”. E então eu a penetrei, naquela buceta já toda molhadinha, ela deitada sobre o sofá e eu em pé, segurando suas pernas para cima. Essa posição é sensacional para ela, minha esposa geme muito enquanto a fodo desse jeito. E olha para mim, fixamente, com aqueles olhos castanhos escuros que me hipnotizam.

Ela pediu para cavalgar na minha rôla – estava tudo tão intenso que eu sabia que iríamos, nós dois, gozar muito rápido. Nos ajeitamos no sofá para isso e dito e feito, foi só ela pegar o embalo daquela deliciosa cavalgada e rápido precisei me controlar. Deixei a Bianca gozar uma vez sozinha, e senti meu pau todo melado por aquele delicioso líquido – é, eu adoro sentir aquele gosto. E ela continuou cavalgando, sem parar, como se estivesse lutando por uma causa nobre. Na verdade, podemos considerar que a causa do orgasmo é nobre, não? E então lá estava ela, novamente se movimentando do jeito que eu já conheço, aquele movimento de “vou gozar”, e gozamos juntos, e gememos juntos, e nos olhamos por um bom tempo. “Uau”, ela dizia sem parar. Eu adoro este tipo de loucuras, sem hora marcada, só levados pelo tesão.

Ela olhou para mim, se levantou e foi em direção ao quarto. “Baby, vou me trocar e terminar de molhar as plantas. Dessa vez me deixe terminar, ok? Senão esse almoço não sai hoje.” E soltou uma gargalhada só mais não gostosa do que ela mesma. Quando ela passou novamente pela sala, eu a chamei. “Gatona, eu não sei se te peço desculpas ou se te agradeço. Mas a culpa foi do calor…” E ela, indo em direção à porta, disse um debochado “Culpa do calor, sei…”

Olhei minha pela janela novamente, ela me mandou um beijinho. Ah, o verão…

O tesão, a 5ª feira e o MSN

E vai me dizer que isso nunca aconteceu com você? Eu duvido!

Bjss da Pimenta

 

___________

Ele (22:23:42): Olá!

Ela (22:23:57): Gatão!!! Boa noite, tudo bem?

Ele (xx:xx:xx): Tudo, gatinha. Tudo bem por aí?

Ela (xx:xx:xx): Tudo bem. Um pouco cansada. Que dia…

Ele (xx:xx:xx): Aconteceu algo?

Ela (xx:xx:xx): Ah, nada de especial. Um dia mais corrido, só isso.

Ele (xx:xx:xx): Tendeu.

Ela (xx:xx:xx): E você? Tudo bem por aí?

Ele (xx:xx:xx): Sim, tudo certo. Vou tomar um banho e desmaiar em alguns minutos.

Ele (xx:xx:xx): Sabe aquele dia que deveria terminar com sexo? Sexo e mais nada? Gozar, virar para o lado e só lembrar que é um ser vivo no dia seguinte?

Ela (xx:xx:xx): Sei… acho que era exatamente o que eu precisava hoje também (ou quase isso rsrs)

Ele (xx:xx:xx): Pelo menos amanhã a gente se encontra. Semaninha demorada demais para o meu gosto.

Ela (xx:xx:xx): Eu que o diga.

Ela (xx:xx:xx): Hoje à tarde eu estava vendo os SMSs que trocamos na 5ª passada… Parece que toda 5ª feira a gente tem crise de tesão, né?

Ele (xx:xx:xx): Parece, não. Fica muito mais forte na 5ª porque a gente sabe que vai ficar junto na 6ª… e no FDS… e tals…

Ele (xx:xx:xx): Diz uma coisa… O que exatamente te fez perceber isso?

Ela (xx:xx:xx): Ah, a troca de torpedos…

Ele (xx:xx:xx): Não, não a troca em si. Qual parte da troca? O que dissemos um ao outro que te fez sorrir daquele jeito que eu sei que você sorri? risos

Ela (xx:xx:xx): Quando você disse que não via a hora de me lamber até eu gozar na tua boca.

Ela (xx:xx:xx): Foi um problema sério, eu estava no trem e acho que fiquei vermelha na hora. Deu um calor do caralho.

Ele (xx:xx:xx): É? Risos

Ele (xx:xx:xx): Por quê?

Ela (xx:xx:xx): Porque imaginei. Na verdade, porque eu lembrei como é a sua língua em mim.

Ele (xx:xx:xx): E como é, me conta?

Ela (xx:xx:xx): Ah, você sabe… (estou ficando vermelha)

Ele (xx:xx:xx): Adoro quando te deixo encabulada. Mas me conta como é, vai? Quero saber.

Ela (xx:xx:xx): É como uma língua de veludo. Suave. Ao mesmo tempo é molhada, e quente…

Ele (xx:xx:xx): Molhada e quente é a sua boca! Quase me mata quando me mama! Sua gostosa.

Ela (xx:xx:xx): Adoro te chupar, você sabe. E você me chupa deliciosamente bem. Estou apenas retribuindo. Tesão com tesão se paga.

Ele (xx:xx:xx): De lembrar da sua boca já fiquei de pau duro. Tá parecendo uma barra de ferro.

Ela (xx:xx:xx): De pensar nisso fiquei com vontade de chupar. E estou molhadinha.

Ele (xx:xx:xx): Caralho, por que hoje não é 6ª feira?

Ela (xx:xx:xx): Boa pergunta… Estou aqui, só imaginando… eu te chupando… depois montando em você, cavalgando…

Ele (xx:xx:xx): Minha amazonas, deusa do sexo!

Ela (xx:xx:xx): Adoro montar na sua rola, você sabe.

Ele (xx:xx:xx): É um tesão ver o quanto você se diverte quando está me dominando (risos)

Ela (xx:xx:xx): Amanhã vou te quebrar ao meio. Estou com tesão até nos cabelos rsrs

Ele (xx:xx:xx): Imagino. Pensa assim: vou te lamber todinha, dar muito banho de língua…

Ela (xx:xx:xx): Gato. Não to agüentando. Vou ser obrigada a…

Ele (xx:xx:xx): Fala. Gosto quando você fala.

Ela (xx:xx:xx): A tocar uma siririca.

Ele (xx:xx:xx): Isso! Toca! Toca uma pensando na língua do seu macho.

Ela (xx:xx:xx): Vou lá pro banho e vou me ajudar com chuveirinho. A gente se fala amanhã.

Ele (xx:xx:xx): Vai lá, minha gostosa. Boa noite. Dorme bem. GOZE BEM. Vou tocar uma punheta pensando em você.

Ela (xx:xx:xx): Isso! Beijos no teu corpo todo.

Ele (xx:xx:xx): Bj

 

— 23:05:42

Nova mensagem de texto:

GOZEI BEM GOSTOSO PENSANDO EM AMANHÃ. VOU TE ENCONTRAR SEM CALCINHA. BOA NOITE!