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Avenida Brasil

Nesta semana temos um delicioso relato para estrear a coluna Tiger Pepper. Acompanhem!

Rio de Janeiro é uma cidade linda. Belas praias, belas paisagens, mulheres exuberantes e lindas, corpos esculturais caminhando e correndo na praia, botecos deliciosos à beira mar. Mas nem sempre que fui trabalhar nesta cidade maravilhosa eu dei sorte de ficar hospedado em Copacabana, Botafogo ou Ipanema.

Já fui trabalhar na baixada fluminense, mais precisamente em São João de Meriti. Estive lá duas vezes. Como trabalho com informatica, as visitas técnicas às vezes tinham que ser feitas pessoalmente, sempre para fazer um “bate e volta” – nada de hospedagem e sem nenhum respiro. Era uma fábrica de embalagens.

Na primeira vez, não conhecia ninguém e, meio tímido, fui muito bem recebido pelo responsável pelo escritório.

No verão é maravilhoso ir ao Rio: as mulheres mostram tudo que podem – e até o que não podem. Pernas torneadas e bronzeadas, decotes generosos, as mini saias prosperam e, enfim, nós homens agradecemos de joelhos.

Uma das garotas me chamou a atenção. Morena, cabelos longos e levemente cacheados, mais ou menos 1,60m de altura, coxas grossas, quadril largo, seios aparentemente perfeitos e dona de um sorriso lindo e típico carioca. Logo percebi que ela me jogava olhares e eu correspondia. Dono de cabelos não muito curtos e castanhos claros, olhos azuis e 1,80m de altura, sei que em determinadas situações e lugares eu chamo um pouco a atenção, apesar de me considerar um homem comum.

No decorrer do dia, tive oportunidade de conversar rapidamente com a morena e percebi que haviam “curiosidades” em comum. No momento de ir embora não consegui me despedir dela, mas sabia que poderia me organizar para uma próxima vez e ela surgiu. Durante o tempo entre uma visita e outra, passaram-se 2 meses e, neste período, nos falamos algumas vezes por telefone.

Chegando novamente à fábrica (mais uma vez era um bate e volta), queria logo reencontrá-la, porém descobri que havia sido demitida da empresa há alguns dias.

Fiquei decepcionado, mas a vida segue, e pensei em, antes de ir embora, tentar conseguir o telefone dela, para quem sabe em uma próxima vez pudéssemos nos encontrar.

No meio do dia fui chamado para uma conversa com o responsável pela fábrica e, ao chegar, para minha surpresa, lá estava a morena sentada em uma mesa. Assim que entrei, o rapaz me disse:

– Vou deixa-los um instante e já volto…

Eu fiquei sem entender, mas me sentei a frente dela e sorri. Fiquei meio sem jeito, afinal de contas eu não esperava. Ela me disse que foi se despedir e acertar as contas. Depois de um longo bate papo, ela me perguntou a que horas seria o meu voo e eu disse que era as 19hs. Para para minha surpresa (novamente!) ela disse que iria me acompanhar.

Por volta das 17hs me preparei para ir embora, chamei o taxi que iria me levar ao aeroporto e lá estava ela, com uma microsaia de tirar o fôlego, blusinha solta com um decote generoso. Dava para perceber os mamilos durinhos e cheios de vontade de serem deliciosamente chupados. Um monte de coisas passou pela minha cabeça…

Entramos no taxi e rumamos ao aeroporto. Avenida Brasil lotada, uma viagem que leva de 40 minutos a 1 hora, dependendo do trânsito. Sentei-me ao lado dela no banco de trás e ela sutilmente se encostou em mim e sorriu. Percebi que o motorista, pelo retrovisor, de olho nas belas pernas que estavam deliciosamente acomodadas no banco de trás do seu taxi. Não tive como não ficar visivelmente excitado quando aquele sorriso me pegou. Ficamos alguns segundos daquela forma, pernas encostadas e aquele calor correndo nas minhas veias. Nos olhamos, e sem uma palavra, nos atracamos ali mesmo, loucos de desejo e tesão. Começamos ali nosso jogo. Esqueci completamente onde estava e me entreguei para aquele momento de puro êxtase. Sentia a mão dela percorrendo meu peito, meus braços, minhas pernas, meu corpo todo…. e minhas mãos ensandecidas acariciando aquelas pernas maravilhosas, aquele corpo quente, aqueles seios durinhos e excitados. Nos entregamos a aquele momento como dois animais famintos.

Rapidamente percebi que não havia nada impedindo que minha mão tocasse sua bucetinha molhada – afinal de contas, cadê a calcinha? A safada veio preparada e eu fiquei mais louco ainda…. senti aquela delicia lisinha e meladinha e comecei a acariciá-la de uma forma que ela gemia levemente, mas sem parar de me beijar. Por vezes, sentia que ela ia gozar, de tanto tesão que sentia… até que ela gozou, deu aquele suspiro e uma sequência de gritinhos que ainda ecoam em meus ouvidos…. Meu pau rapidamente foi desprendido da minha calça por uma força deliciosamente safada e gostosa, saltando para fora, envolto por mãos sedentas de tesão, e ali mesmo ela começou a acariciá-lo de uma forma que estava difícil de me controlar. De repente, ela abocanhou meu pau como uma louca sedenta de tesão. Senti seus lábios percorrendo por cada centímetro em um movimento rápido e sedento de vai-e-vem.

Me encostei no banco e rapidamente me lembrei de onde estou. Olhei para o retrovisor e vi os olhos arregalados do motorista observando aquela boca maravilhosa me chupando. Mal consegui manter meus olhos abertos, e sutilmente ele deu uma piscadinha, como quem diz “aproveita”. A voracidade com que ela me chupou me fez perder totalmente a razão e o sentido, “Vou gozar aqui mesmo, não aguento mais…” Segurei os cabelos dela e acompanhei o movimento de sobe-e-desce que ela fazia com a cabeça, puxando-os levemente e querendo que isso não acabasse nunca. Ela lambeu a cabecinha como se quisesse deixá-la seca (impossível!), acariciou minhas bolas enquanto engolia meu pau deliciosamente, e sinto que dali a instantes vou gozar. Percebendo meu estado, ela segurou meu pau dentro da boca, só esperando o ápice chegar. Então gozei loucamente dentro daquela boca gulosa, ela continuando por alguns instantes aquele movimento, como quem quisesse sugar cada gota do meu tesão.

Nos ajeitamos, ela colocou os seios para dentro da blusinha, eu recoloquei minha calça e cuecam e rimos deliciosamente. O aeroporto já estava próximo e ela envolveu seus braços no meu pescoço, encostou sua cabeça em meu ombro… e ficamos assim por alguns instantes, sem falar uma só palavra. Fiz carinhos em sua perna, e ainda posso sentir a maciez daquela pele. Chegamos ao aeroporto, demos um beijo caloroso de despedida, e ela me olhou, sorrindo. Desci do do carro, peguei minha malas, vi o taxi indo embora e observei ela debruçada no banco de trás, me olhando e fazendo sinal com a mão.

Esta imagem ainda está na minha memória, assim como tudo que senti naquele dia. Ela voltou com aquele motorista tarado, e o que será que aconteceu? Eu não sei, nunca mais voltei para aquela fábrica, nem nunca mais ouvi falar dela. Voltei pra Sampa com aquele sentimento gostoso de prazer, ainda sentindo sua boca, seu cheiro, seu gosto…

Que avenida maravilhosa esta Avenida Brasil…

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