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Submissa, mas senhora da situação

(Este conto é uma continuação do conto publicado em http://wp.me/1i4A1)

Ainda com a sacola com a comida nas mãos, vi quando ela saiu de dentro do banheiro com uma toalha enrolada no corpo e outra nos cabelos. Parecia não se importar mais com minha presença e aquele estranhamento inicial por causa da situação nova estava completamente vencido…

Ela veio na minha direção repetindo que estava faminta e não entendi bem o porquê dela me dar um abraço e dizer bem perto do meu ouvido que não sabia como agradecer por tamanha hospitalidade. Sem pensar muito e, acho, sob efeito daquela imagem dela no banho, eu apenas disse que acharíamos um jeito dela me recompensar. Parece que ela entendeu o que eu quis dizer, mas estávamos com fome de comida ainda (sim, é preciso dizer que é “de comida”).

Não conversamos muito enquanto comíamos, mas ali mesmo na mesa a brincadeira começou. Perdemos mesmo a vergonha, mas queríamos brincar um pouco ainda… Sentados de lados opostos na mesa, ainda enrolada na toalha, ela me perguntou se eu já tinha ideia do que iria querer. Pensei um pouco em dizer que adoraria comer aquela bundinha durinha, mas isso não seria nada sutil e não combinaria comigo. Apenas sorri com o canto da boca… nesse instante, senti sua perna roçando na minha por baixo da mesa… não precisávamos falar mais nada… ela se levantou e caminhando em direção ao quarto, deixou a toalha em que estava enrolada cair no chão. Olhando pra trás, ela apenas disse que queria recompensar a hospitalidade lá no quarto.

Segui-a sem dizer nada, mas meu pau latejava de tão duro… indisfarçável.

Quando cheguei na porta do quarto, ela estava deitada de bruços… virando a cabeça de lado, me disse:

– Vem cá, vem…

Parei na beirada da cama e ela sentou-se. A visão daqueles peitinhos durinhos, aquela cintura magrinha aumentou ainda mais meu tesão. Segurando pelo elástico da bermuda, ela baixou até a altura de meus joelhos. Meu pau saltou pra fora e bateu em seu rosto… sem segurá-lo, ela beijou a cabeça… vermelha, latejante… sua boca abriu devagar e foi envolvendo a glande, e meu pau foi sumindo naquela boquinha que eu julgava ser tão pequenina. Enquanto me chupava, suas mãos cravavam na minha bunda como se pensasse que eu iria sair dali… Ficamos assim um bom tempo… ela alternava aquelas chupadas deliciosas com uma punheta que eu estava adorando, pois enquanto sua mão ia e vinha, ela chupava minhas bolas.

Sem aguentar mais, deitei-a na beiradinha da cama… com as pernas pra fora, me ajoelhei e comecei a chupar sua bucetinha… ahh como amo isso… e ela percebeu, pois abriu mais ainda as pernas como se quisesse que eu brincasse coma  língua em cada cantinho. Chupei, meti a língua, brinquei com os dedos dentro dela enquanto chupava seu clitóris… ela era uma delícia.

Depois de um tempo naquela posição, precisava comer aquela bundinha… ouvi-a dizer que isso ela nunca havia feito, mas que estava com muito tesão pra me negar. Puxei-a e a pus em pé… apoiada na parede do quarto, repeti a visão que tive horas atrás quando ela estava no banheiro… baixei atrás dela e meti a língua em seu cuzinho. Queria deixá-lo bem molhado, mas bastou eu encostar a cabeça do meu pau nele pra perceber que precisaria de mais pra conseguir entrar sem que aquilo fosse ruim pra ela… na gaveta  ao lado peguei o Ky e lambuzei meu pau… coloquei ainda um pouco no dedo e passei em seu rabinho… ela estava ali, submissa, mas ainda assim senhora da situação…

Ela balbuciava alguns palavrões em inglês e me senti naqueles  filmes que costumava assistir no Xvideos…

Segurei em sua cintura mais uma vez… ela mesmo passando a mão por trás, segurou meu pau e colocou na entradinha… deixei que ela forçasse pra que entrasse devagar e foi isso que aconteceu… ela com as duas mãos, abria a bunda e forçava para trás. Meu pau foi escorregando até meu corpo encostar inteiro nela… ficamos ali parados um instante como se quiséssemos acostumar o corpo um ao do outro. Grudados, afastamos um pouquinho e eu sentei na beira da cama… ela começou a cavalgar no meu pau com tanta vontade que tive de me segurar pra não gozar alii naquele instante… assim ficamos por um tempo… ela apoiada nos meus joelhos e eu vendo aquele rabo subindo e descendo no meu pau… não demorou muito e ouvi ela pedir pra eu gozar dentro dela… e foi isso que eu fiz… abafando o gemido para não acordar o prédio todo… enchi o rabinho dela de porra… ali, ainda grudados, eu ainda pensava na sorte grande que eu tinha tirado e em como minha cunhadinha era muito mais safada que minha ex.

(Via @OsTexticulos)

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As melodias da minha cunhadinha

Quando ela me ligou pedindo para ficar em casa, pois seu voo havia sido cancelado, não imaginei que seria uma noite bastante “estranha”.

Morando sozinho, estava acostumado a receber visitas femininas, mas uma ex-cunhada não era bem o tipo de mulher que eu recebia tranquilamente em casa. Ainda mais depois de um término de namoro tão atribulado. Mas com ela nunca havia tido problemas. Ela até acobertou uma escorregada que dei numa festa de amigos quando ainda namorava sua irmã.

Ela chegou em poucas horas. Nem tive tempo de arrumar a bagunça da noite anterior, mas ela já sabia que, apesar de ser virginiano, não deixava as cosias muito organizadas, exceto a área de trabalho do computador.

A princípio houve um certo estranhamento, pois meio que evitávamos qualquer coisa que tivesse sua irmã como referência, mas comecei a me sentir mais à vontade quando ela me disse “minha irmã é uma vaca de deixar você escapar”. Sorri timidamente… mas ela sabia que de tímido eu não tinha nada. Falamos bobeiras sobre faculdade, sobre o curso que ela iria fazer, mas como bom anfitrião, fui providenciar a comida da noite.

Deixei-a em casa, pois me disse que precisava tomar banho e dar uma última olhada no material que apresentaria na palestra que ministraria no curso.

Saí, não era longe o mercado mais próximo. Voltei rápido e, ao abrir a porta, ouvi-a cantando no banho. Andei meio na ponta dos pés para não fazer muito barulho e percebi que a porta estava entreaberta. Não resisti e caminhei devagar em direção ao banheiro. Não pude acreditar quando vi, pela fresta aberta, que ela brincava de alisar o corpo todo ensaboado. Nem reparei direito na música, mas ela estava tão envolvida pela melodia, barulho do chuveiro e pelas mãos correndo pelo corpo que, mesmo que eu entrasse no banho, não me veria.

Fiquei ali parado… mal podia imaginar que minha ex-cunhadinha fazia aquilo. Tinha minhas razões para pensar isso e não as direi neste texto, mas continuei olhando morrendo de vontade de entrar, mas não em atreveria.

Pela fresta, vi quando ela virou de costas para mim e colocou a mão esquerda acima da cabeça, na parede… sua bunda arrebitada me deixou ainda mais de pau duro (não, achava que isso não era possível, mas ficou). Certamente ela não sabia que eu estava ali, pois, abaixado, vi quando ela começou a enfiar o dedo na bucetinha. Era uma visão deliciosa e mais ainda com seus gemidos baixinhos de trilha sonora. Percebi que ela já não se contentava com um dedinho e passou a mexer dois num movimento de vaivém delicioso.

Mas, de repente, ela parou. O barulho do apartamento vizinho a fez pensar que eu havia chegado e, com uma carinha assustada, parou de brincar no meu banheiro. Voltei silenciosamente para a porta, abri, bati como se estivesse chegando. Vi-a fechando a porta do banheiro e, gritando de lá de dentro, disse que estava saindo faminta.

Do lado de fora, eu tinha na cabeça apenas sua imagem esticadinha, de pernas entreabertas e cabeça distante…

E a noite nem havia começado.

[via @OsTexticulos]