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Café da manhã

Um beijo louco, cheio de tesão. E do beijo na boca ela desceu beijando meu pescoço, meus mamilos, minha barriga, e deu uma mordida leve em minha virilha antes de abaixar minha cueca. Eu estava tendo um daqueles sonhos molhados e eu não queria acordar… mas acordei.

Ela tem a boca quente, engole meu pau até o fim, e ainda consegue massagear de leve minhas bolas com a ponta da língua. É, ela é malabarista do boquete, a melhor delas. E sonhar com ela é sempre o mesmo tesão de quando a gente fode. Eu acordo louco, já a abraço de um jeito todo nosso e ela capta minha mensagem corporal com a mesma rapidez de um motor que chega de 0 a 100 Km/h em 3 segundos. Só que desta vez, quando acordei, ela não estava do meu lado. Foi aí que entendi que o sonho se misturou com a realidade, e a louca estava me chupando mesmo. Que foda!

Quando abri meus olhos e vi aquela imagem logo ali, na minha frente e também refletida no espelho do teto, ela de quatro e bunda deliciosamente empinada na ponta da cama, me chupando e olhando curiosa na minha direção – acredito que para ver qual seria minha reação ao acordar -, senti que meu pau ficou ainda mais duro, sorri safado e fiz um carinho em seus cabelos. Caminho livre, garota, pode seguir adiante.

Ela alternava movimentos, velocidade e pressão, mantendo meu tesão a todo o vapor. A língua deslizava, quente e molhada, na cabeça da minha rola, causando pequenos choques que percorriam todo o meu corpo. Se eu conseguisse, deixaria ela me chupar por muito, mas muito tempo antes de gozar, mas acho que deu uns 10 minutos e me explodi em prazer, gozando naquela boca deliciosa, urrando feito um homem das cavernas. Ela engoliu literalmente a porra toda, continuou me chupando mais devagar, mais devagar, até parar de vez. Foi quando a campainha do nosso quarto tocou. Ela olhou radiante para mim, e com um sorrisão, disse “Nosso café chegou, vou lá pegar. Estou morrendo de fome!” Danada, tinha calculado o tempo certinho de me acordar!

E enquanto ela seguia na direção da nossa refeição, eu olhava faminto para aquela raba perfeita e para aquela cinturinha fina, e tudo o que eu conseguia pensar era no que eu ia comer depois do desjejum.

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Sobrenome Quero Dar

Sabe aqueles dias em que você encaixa o sexo entre um compromisso e outro, no maior improviso? Dias atrás recebi um telefonema de uma pessoa querida, que queria visitar minha casa nova. Eram umas 14hs e ela avisou que estaria lá por volta das 16hs. Ok, combinei a visita, falei para ele para almoçarmos logo porque receberíamos visita para o café da tarde. Acontece que já estávamos nos olhando torto desde que acordamos – entenda-se por “torto” um tesão do caralho -, e resolvi brincar: “Oi, meu nome é Natasha, sobrenome Quero Dar”. Funcionou!

Ele me pegou com força em seus braços e me deu um beijo urgente e suplicante, e em segundos senti o seu pau crescendo dentro da calça na direção da minha perna, empurrando a minha saia de leve. Não resisti, apertei-o enquanto beijava a sua boca, e senti seu gemido reprimido no fundo da garganta. Ele, então, me segurou pela mão e fomos para o nosso quarto.

“Abaixa a calcinha e fica de quatro”, foi tudo o que ele me disse. Obedeci, enquanto vi, pelo espelho, que ele abaixou o zíper da bermuda e colocou o pau prá fora. “Então você quer dar, é isso, putinha?” “É, sim, quero dar prá você”, respondi enquanto empinava a minha bunda. Ele lambeu minha buceta e, na sequência, meteu aquela rola dura dentro de mim. Ai, caralho… Ele começou, então, a me foder à cachorrinho, segurando-me pelas ancas, indo e voltando, dando tapas na minha bunda. Ai, caralho… Como não queria gozar ainda, sugeri que se deitasse para eu cavalgar nele.

Cavalgada

Ele tirou a bermuda e, acompanhando-o, fiquei nua. Montei sobre ele e comecei, como amazonas experiente, a cavalgar na rola dele. Ele, com as mãos em meus seios, brincava com meus mamilos, deixando-me ainda mais excitada. Muitas vezes, ele erguia o próprio quadril, sabendo que aquilo, se não me fazia gozar, ia me colocar muito perto do ápice. Nesse ritmo, gozei pelo menos umas duas vezes.  Decidi que era a hora de brindá-lo com o orgasmo dele, acelerei meus movimentos e logo ele ficou todo vermelho, gemeu guturalmente e gozou… para dentro, sem ejacular. Quando isso acontece, o pau dele continua duro e sei que posso me lambuzar porque ele ainda aguenta tantas outras mais. Deitei-me ao lado dele e começamos a nos beijar.

O problema é que tínhamos o relógio como inimigo, fome e uma visita para ali a menos de 2 horas. Nos levantamos e, embora tivéssemos a intenção de nos vestir novamente, não aguentamos e nos pegamos de novo, eu de quatro mais uma vez, até que gozamos, quase que juntos.

Recuperado o fôlego, estávamos os dois, basicamente na mesma posição – ele em pé e dentro de mim, eu de 4 sobre a cama com a bunda empinada -, quando ele, uma mão em cada banda, deu um tapa que marcou a minha bunda e, rindo, me disse: “Vai, vamos almoçar, sua safada, daqui a pouco eles estarão aqui.”

E eu fico pensando, cá com os meus botões, como tem gente que pode dizer o absurdo de que não existe sexo depois do casamento…

O gato preto e a Sexta-Feira 13

Eu estava entediada em casa, cansada de mais uma noite de Sexta-Feira chata e sem companhia. O foda de ser adulta é isso. A maioria das minhas amigas estão casadas e não saem de casa. Quando não é isso, ou estão sofrendo em cima de um sofá e se acabando no pote de sorvete por causa de uma pica perdida, ou arranjaram uma foda, ou vão pro pagode – que eu detesto, pelamor – à procura de pica. Não que eu não estivesse em busca de uma.

Hoje à tarde, eu tinha recebido um e-mail com a programação de uma boate que eu gosto e que fica ali no Centro de Sampa. Na festa “Super Sexta 13”, um DJ deixaria rolar Depeche, The Cure e todas essas baladinhas que eu só gosto um pouquinho do tamanho de um universo. Chamei duas amigas, mas elas já tinham arrumado algo mais importante a fazer, como lavar roupa e chorar no travesseiro. Eu é que não ia curtir um clima de velório e azar em casa. Tomei meu banho, coloquei meu decote mais ousado, passei meu batom vinho, botei a minha melhor cara de pau, e saí rumo ao metrô, que era pertinho de casa.

Cheguei e me posicionei no lugar mais estratégico que uma mulher sozinha pode se posicionar: no bar. Afinal, nada mais decadente e digno de curiosidade masculina do que uma mulher sozinha, bebendo no balcão de um bar. Encostaram 2 rapazes – um de cada vez, obviamente – que não faziam nem um pouquinho o meu tipo e logo lhes contei uma história tão terrível que não os veria por perto tão cedo. “Vim beber porque descobri hoje de tarde que estou com sífilis.” É, foi de muito mau gosto. A intenção era essa mesma. Quem é que vai querer dar uma foda com quem está com uma DST, mesmo com camisinha? Muito arriscado, né?

Até que, de longe, eu o vi. Aquele deus de pele negra, um lindo sorriso branco de ofuscar. Usava camisa preta, jeans escuro, uma corrente com um pequeno e lindo crucifixo. Fingi que não o percebi, até que notei que ele se afastou propositalmente dos amigos e vinha em minha direção. “É agora, pensei comigo”. Ele se sentou ao meu lado, e então notei seus lindos olhos cor de mel que quase me derreteram. Respirei fundo, tomei mais um gole do meu drink. E então o jogo começou. “O que faz uma mulher tão linda como você estar sozinha num balcão de bar em plena 6ª feira?” “Estou aqui pensando sobre os mitos da 6ª Feira 13…” “E a que conclusão chegou?” “Que, ao contrário do que dizem por aí, um gato preto aparecer no meu caminho tem que ser sinal de muita sorte.” E aí, então, virei e olhei diretamente para ele, oferecendo minha mão direita e me apresentando: “Branca”. E ele: “É, estou vendo.” “Não, estou falando sério. Meu nome é Branca.” E rimos. “Então vou me apresentar como se meu nome fosse ‘Gato Preto’, tudo bem?” “É, pelo menos, justo”.

Não costumo ser muito discreta quando sinto interesse em alguém. E o “Sr. Gato” me interessou bastante. Conversamos uma meia dúzia de coisas de bom conteúdo, mais uma dúzia de brincadeiras sem sentido, até que ele me puxou pelo queixo e me tascou um beijo. Uau, que beijo delicioso! Sorri para ele, olhar malicioso. Meu drink terminou, ele me puxou pela mão. “Vamos procurar meus amigos, só para eu dizer que estou muito ocupado e bem acompanhado. Assim eles podem ir embora à hora em que quiserem sem precisar vir me dar tchau”. Encontramos os rapazes, oi, tchau e o KCT a 4. E dali procuramos um cantinho de parede para nos encostar.

Eike Pegada gostosa! Dessas que faz a gente remeter o beijo na boca ao jeito que o cara te chupa… Não tive muitos pudores. Ele veio para tocar meus peitos, deixei. Ele tentou colocar a mão por dentro da minha calça, deixei. Eu coloquei a mão no pau dele por fora da calça e… meu Deus, por que ainda não tínhamos ido embora dali?! “Vamos embora, Branquinha?”, ele me perguntou ofegante, mordendo minha orelha. “Vamos.”

Pagamos a conta, eu respirando fundo… eu estava era pegando fogo ao lado daquele cara. Nos liberamos e fomos para o carro dele. O pega-prá-capar começou no estacionamento mesmo. Só para dar um esquenta. Um beijo mais molhado e quente que o outro. “Onde quer ir, linda? Tem algum lugar aqui por perto que você goste, ou não se importa de demorarmos um pouco para chegarmos em outro lugar que eu conheço e é muito bom?” “Como você quiser.” E fomos para o tal do outro lugar.

Cada semáforo, uma pegada, uma mão boba deslizando pelo corpo, uma mordida no pescoço. E estava foda de aguentar esperar, embora não houvesse outro jeito. O destino final foi um motel na Raposo Tavares, lindo e aconchegante. “Eu sei que a gente se pegou feito doido no carro, mas, olha, você não tem obrigação de fazer nada que não goste, Branca. Te quero, mas te quero à vontade.” “Eu estou muito à vontade, senhor Gato Preto. Pode ficar sossegado.” E eu realmente estava. Aqueles 3 drinks tinham me deixado parecendo arroz fresquinho: branca e toda soltinha. E doida prá ver logo aquela pele negra contrastando com a minha.

Gato Preto foi um gentleman. Saiu do carro, deu a volta, abriu a minha porta. Subimos as escadas do motel feito dois namoradinhos tímidos, sorrindo um para o outro e sem trocar palavra. Muito bonitinho… e eu estava ficando impaciente. Sorte que aquilo era apenas uma parte do jogo. Entramos no quarto e, ao fecharmos a porta, ele me pressionou contra a parede e me imobilizou segurando minhas mãos para cima. Começou a beijar o meu pescoço, com mordidas e lambidas que me faziam pirar. Mordia a minha orelha, gemia de leve no meu ouvido… e eu doida, praticamente ouvindo minha buceta gritando pelo seu corpo sobre o meu. Ele então soltou minhas mãos e cravei minhas unhas sobre sua camisa, a vontade de deixá-lo nu já tinha me tirado totalmente a razão. Ele enfiou a mão dentro do meu decote e começou a beliscar de leve o meu mamilo. Aquilo era bom – e torturante ao mesmo tempo.

Gato Preto já estava de pau duro desde que começamos a nos beijar, lá na balada e, como detesto perder tempo, virei-o contra a parede, ajoelhei-me à sua frente, desabotoei e baixei a calça dele, baixando também a cueca boxer que ele estava usando. Coisa linda de rola, viu? Pu-ta-que-pariu! Na hora já me imaginei dando o cu prá ele, e isso me deixou mais excitada. Comecei a chupar o caralho do Gato, apertando com aquela força que só os homens pedem, indo até o fim da minha garganta por várias vezes. “Caralho, Branca, (respira) desse jeito eu vou gozar… Aaah!” E ele gozou na minha boca, e engoli tudinho. Eu estava pegando fogo!

Ele olhou nos meus olhos e, ofegante, me disse: “Caralho, linda, faz tempo que ninguém me chupa desse jeito, com tanta vontade. Onde você estava escondida? Que delícia de boquete!” E começou a me empurrar em direção à cama, olhos nos olhos e calças arriadas. Foi, no mínimo, engraçado. E rimos. Ele chutou calça e cueca prá longe, arrancou a camisa, e tirou minha roupa, deixando-me só de calcinha. “Dá uma voltinha, dá?” Ele sentou-se na ponta da cama e dei a tal da voltinha, rebolando e esfregando minha bunda na cara dele. Ele começou a morder meu bumbum, enquanto ia abaixando minha calcinha. Me jogou de bruços sobre a cama, afastou minhas pernas e começou a me dar um dos melhores beijos gregos que eu já tinha recebido em toda a minha vida. Enquanto beijava meu cu, enfiava dois dedos na minha buceta, acertando em cheio o meu Ponto G. Gozei.

Ele me virou de frente e começou a me chupar. Aquele deus africano manjava de como chupar uma mulher, viu? Enquanto me lambia e chupava, enfiou delicadamente  2 dedos na minha buceta e 1 no meu cu. Nem resisti, aquilo estava bom demais prá eu ficar com pudorzinho só porque eu nem sabia o verdadeiro nome dele. Logo gozei de novo. E quando ele colocou a camisinha e veio com o pau em direção à minha buceta, eu pedi. “Na buceta não, Gato. No cu.” Ele arregalou os olhos. “Tem certeza?” “Vadia que faz boquete delícia merece rola no cu, não merece?” “Ah, e como merece!”

Ele veio bem devagar, coisa de cara experiente. E logo comecei a gostar daquela rola grossa no meu rabo, indo e voltando, indo e voltando. E pouco tempo depois pedi para cavalgar na rola dele, porque ser amazonas é o que faço de melhor. Ele se deitou e me virei de costas, sentei de cu na rola dele e comecei a cavalgar. Caraaaaaaaaaalho, que rola gostosa. Comecei a gemer feito uma louca, corpo para a frente e para trás. “A vadia vai gozar pelo cu? Vai, Branquinha, goza pelo cu prá eu ver, goza!”, e comecei a ir mais rápido, e mais rápido, até não aguentar mais… gozei, gemendo escandalosamente.

Branca e Gato Preto

Virei na direção dele, pedi para trocar a camisinha e ele, de pronto, me obedeceu. Então, sentei de buceta no pau dele e continuei a cavalgar, para não fazer o Gato Preto perder o ritmo dele, até que comecei a ir mais rápido, e mais rápido, e apertando o pau dele dentro da minha buceta, até que nós dois não aguentamos e gozamos. Foi tão forte prá mim que tive que me deitar, pois praticamente perdi os sentidos. Nos olhamos, demos um sorriso um para o outro, me deitei com a cabeça sobre seu peito. E dormi.

Acordei há pouco e estou aqui, deitada ao lado dele, olhando o deus da pele mais escura que já me tocou. E tocou deliciosamente. E daqui a pouco irei acordá-lo para aproveitarmos o resto de tempo que nos sobra neste sábado. Contrariando as lendas de Halloweens e Sextas-Feiras 13, Gato Preto que cruzou no meu caminho foi sinal de uma puta sorte.

Papo de Boteco – A Continuação

Caro leitor apimentado:

Sugiro que, antes de começar a ler este conto, leia o Papo de Boteco ( https://apimentinhaesuascoisas.wordpress.com/2013/02/22/papo-de-boteco/ ) , para entender o enredo… e já se esquentar.

Beijinho da Dona Pimenta

É Sexta-Feira. Estou naquele Tesão Pré Menstrual te tirar o fôlego e disparar o coração sem motivo. Resumidamente, tá foda. E cadê o Márcio que não chega em casa, prá apagar meu fogo?

Veja bem: ele está dentro do horário dele, um pouco atrasado, talvez. Mas é Sexta, o pilequinho dele é sagrado. Eu é que quero ele aqui, e logo. Vou ligar prá ele.

– Oi, amor! Buenas!

– Oi, minha delícia! Boa noite!

– Onde você tá?

– Parei num barzinho aqui na Vila… mas já estou quase indo embora.

– Vem logo, baby. Vem prá me comer, por favor! Tô precisando fazer um amorzinho selvagem hoje, topa?

– Ôpa, vou ali pagar a conta agooora! Hahahaha

– Vem logo. Tô te esperando só de calcinha, tá?

– Delícia! Vou voando prá casa!

– Vem com cuidado. Beijo!

Estou só de calcinha… porcaria nenhuma! Hahahaha Mas preciso incentivar. Até ele chegar em casa, dá tempo de eu tomar um banho, ficar cheirosa… e, aí sim, esperá-lo só de calcinha.

Vou para o banho… que inferno, até a água escorrendo sobre minha buceta depilada está me deixando com mais tesão. É melhor ser rápida, não dá nem tempo de me masturbar.

Saio do banho, passo um dos meus cremes que ele mais gosta de sentir sobre minha pele. Passo uma maquiagem leve, ajeito os cabelos, escolho uma calcinha fio-dental vermelha, rendada na frente. Acho que ainda não a usei para ele. Eu e essa minha mania de comprar um milhão de lingeries – defeito da maioria das mulheres. Pois é o exato tempo de eu colocar a calcinha e ouço a chave girando na porta. Meu coração dispara. Caralho, parece que é uma das nossas primeiras vezes. Que tesão delícia! Vou correndo para a porta.

A porta se abre, ele me olha e me dá aquele oi com um sorriso torto e safado, daqueles assim, de cantinho de boca. Me aproximo e nos beijamos enfurecidamente. Pego seu cacete, duro feito uma barra de ferro. Com uma mão ele aperta minha bunda, e percebo que ele encosta um saco plástico nas minhas costas enquanto sua outra mão me abraça. “O que é isso?”, interrompo o beijo, com cara de Lolita curiosa. “Você vai ver”, ele me responde, sorrindo deliciosamente.

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“Posso pedir um favor, Má?” “Claro, minha gostosa, pede!” “Só lava o pau, não toma banho, não. Estou com pressa de trepar, e te quero com o cheiro de dia todo. Tem jeito?“ “É prá já, minha putinha linda.” E vai em direção ao lavabo. Confesso, estou curiosa prá caralho, mas vou esperar o momento certo. Ele vai pro bar, conversa com os amigos, ouve uma conversa de mulherada, e de vez em quando aparece com novidade. Ai, caramba, o que ele vai aprontar desta vez? Se segura, Natasha, segura a ansiedade aí.

Vou para o quarto, deito-me em nossa cama. Ele aparece pouco depois, com o tal pacote – que depois percebo ser uma sacola de supermercado. Está só com a boxer preta que colocou hoje pela manhã, e aquele olhar metralhadora. Eu não me lembrava. Me derreto. Como esse meu marido é gostoso, minha Nossa Senhora! Ainda consigo, depois de 5 anos de casados, olhar para ele admirando-o como admirei sua beleza e gostosura na primeira vez em que nos vimos. Meu coração dispara, meus mamilos ficam duros, me sinto molhar um pouco mais. Êta, tesão maravilhoso!

Ele se aproxima, coloca a tal sacola em cima dos nossos travesseiros, me levanta da cama, vira-me de costas, morde meu pescoço. Gemo. Ele morde o lóbulo e lambe minha orelha, ai. Ele coloca a mão dentro da minha calcinha, percebe o quanto estou encharcada. “Caralho, Ná, que delícia a tua bucetinha. Me deixa sentir você, deixa?” E percebo que ele começa a me ajeitar para querer me chupar, mas interrompo: “Amor, nada disso. Estou desde depois do almoço querendo que você me pegue de quatro. Me deixa aproveitar que estamos assim.” “Ok, você manda!”

Então me ajeito na ponta da cama, bunda arrebitada para cima, a cara quase enfiada no colchão. Quando ele me pega deste jeito, falto morrer de tanto tesão. E lá vai ele, primeiro com carinho, mas já entrando naquela estocada forte, me segurando pelas ancas, e aos poucos aumentando ritmo e força. “Então era isso o que você queria, minha vadia?” Gemo. Gemo muito alto. Gemo porque gozei. Eu já imaginava que isso iria acontecer. E ele não para. “Gozou, é, minha putinha?” “Gozei, meu puto…” e gemo de novo, mais alto, e mais forte. Olho para trás, ambos de olho arregalado. Caramba, eu sabia que estava com tesão… mas assim? Que delícia! E assim vamos, entre xingamentos, palavras sujas, uns puxões nos meus cabelos, uns tapas na minha bunda… até que ele me pede para pegar o tal do saquinho. “Vai me contar o que temos aí?” “Você já vai saber, mas continue assim, de quatro e cabeça abaixada, minha gostosa.”

Sinto ele espalhando algo gelado sobre meu cóccix, e na sequencia ele lambe minhas costas. Hummmm, pelo cheiro… é chantily. Ai, caralho! E ele repete: espalha mais um pouco, lambe o chantily, agora indo em direção à minha bunda. Ai, caramba. Quando ele começa a dar atenção prá minha bunda, já sei o que ele quer. E fico ainda mais louca de tesão. Ele quer o meu cu, e é meu cu que vou dar prá ele.

Então ele espalha chantily no meu cu e na minha buceta, e lambe, sem pressa. Lambe com carinho, lambe como quem degusta uma deliciosa sobremesa. “Ná, tua buceta está deliciosa.” “Márcio, foda-se a minha buceta. Beija ela e meu cu até acabar este chantily, e depois fode meu cu, pelo amor de Deus!” Não costumo colocar Deus no meio das fodas, mas tá foda demais, ai meu Deus! E ele obedece: vem com sua língua de veludo, acaba com toda aquela lambança, e depois começa a roçar seu polegar no meu cuzinho. Olho para trás. Ele pega o lubrificante e joga um pouco sobre o pau, e começa a me foder.

Meu Márcio é um cavalheiro, come meu cu, no começo deliciadamente, mas depois… e hoje não seria diferente. Rapidinho meu cu se acostuma com seu pau dentro de mim, e ele começa aquela putaria toda de novo. E eu gemo. Gemo de um jeito mais selvagem. Gemo mais gostoso, como ele mesmo me diz. Porque adoro sentir aquela rola dura entrando dentro do meu cu, ainda mais depois de ter me fodido pela frente e eu ter gozado um monte. Caralho, isso tá muito bom, tá delicioso… gozo de novo, e de novo, e mais algumas vezes. Até que ele não se aguenta, tira o pau de mim, e goza sobre minhas costas, deixando minha gueixa cheia de porra. E nos jogamos, cansados, sobre a cama.

“Caramba! O que foi isso tudo? De onde surgiu a ideia do chantily?” “Ah, de uns papos que a gente escuta por aí, nos botecos da Vila Madalena.” E rimos, aquela risada gostosa.

Cu com chantily, quem diria…

O Elevador e as Rapidinhas

Minha alegria quanto às farras-expressas se acabaram no dia em que instalaram câmeras de segurança nos elevadores do meu prédio. É, porque alegria de porteiro e zelador é que eu não vou virar. Hoje, lembro-me com certo saudosismo as poucas rapidinhas que rolaram por lá.

Não tenho cenas específicas para contar. O que eu sei é: não dá para se arriscar ao lado de qualquer pessoa, especialmente se for no elevador do prédio onde você mora. Pagar carão pro síndico (e depois, uma bela duma multa) por qualquer Zé/Maria Roela sem valor especial? Nunca. O risco tem que ser por alguém que lhe valha não apenas a pena, mas o galinheiro todo.

Se vai se arriscar, não invente coisas difíceis. Aquecimento e preliminares? Nem pensar. Se aqueça pelo caminho. Beijar, morder, passar a mão pelo corpo, masturbar, chupar… seja lá o que for, já tem que estar “no ponto”. Ok, quer “só um pouquinho mais”? Mande o elevador do térreo ao último andar (e vice-versa) algumas vezes, rezando pro capeta prá que alma nenhuma resolva atrapalhar a tua brincadeira. Mas não dá para vacilar.

Não, baby. Não venha escrever um conto dizendo que ficou por horas no elevador, que fez, e aconteceu.. desculpa, não dá. Nem na madrugada você tem garantia de que ninguém vai precisar usar o elevador. Fica sempre aquela sensação de “luz amarela”, “alerta vermelho”, enfim. Se quer foder no elevador, vai ter que ser uma rapidinha. A não ser que você não se importe em virar a alegria dos funcionários do condomínio.

E este post foi rápido e gostoso quanto a uma rapidinha no elevador. Não dá para elaborar malabarismos, nem frases longas, porque a porta já se abriu.

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Uma foda para recordar

Sabe aquela foda que você sorri ao se lembrar? Estou assim, agora, lembrando da noite de ontem.

A gente combinou que ele viria para jantar aqui na minha casa. Preparei uma coisinha qualquer e fui me ajeitar para ele. A caminho do banho, vi que ele me mandou uma mensagem pelo celular, dizendo que já estava de pau duro só de pensar que iríamos nos reencontrar. Aí eu caprichei, né? Ele merece. Tomei um banho, passei o perfume que usei no nosso primeiro encontro – e que ele adorou –, fiz uma maquiagem marcante, e coloquei uma lingerie que considero especial. Não via a hora de encontrá-lo, encontrar o meu homem. Não muito tempo depois, ele chegou.

Nos cumprimentamos com um delicioso beijo na porta do meu apartamento. O pau dele estava duro feito uma barra de ferro. Dava prá sentir, quando o toquei, o tamanho e a intensidade do tesão que ele estava sentindo. Aliado à saudade, aquele tesão parecia transpirar pelos seus poros. Fiquei ainda mais molhada. Ele sussurrou em meu ouvido: “Olha o que a saudade tá fazendo comigo…” Viemos para dentro do apartamento, nos beijando entre mordidinhas na ponta da orelha, lambidas no pescoço, mão-naquilo-aquilo-na-mão. O empurrei para o sofá. No som, Shoot to Thrill, AC/DC, nos aguardava em pausa. Dei play e vi seus olhinhos brilharem, senti sua respirada funda, ele me agarrou de um jeito selvagem e me beijou desesperadamente. O interrompi, me abaixei, abri sua calça e comecei a chupar o pau dele com gosto, com minha delicada força, com todo o tesão que eu estava sentindo.

Boquete prá mim funciona assim: eu GOSTO de fazer. E ele adora o meu boquete. Diz que minha boca é muito quente e que meu jeito de chupar é perfeito. Adoro ouvir este tipo de coisa, claro!

Ali, no sofazinho, ele gemia, mordia os lábios, revirava os olhos, passava as mãos nos meus cabelos, puxava minha cabeça prá si. Ficamos ali, eu chupando, ele pirando, AC/DC de trilha sonora, por uns 10 minutos, até que decidi que aquele sofá estava pequeno demais para tudo o que queríamos fazer. Fomos para o quarto, eu sentei no pau dele e comecei a rebolar com aquela rola gostosa dentro de mim. E rebolava. E sentava. E nosso tesão aumentava ainda mais. E olhávamos no fundo dos olhos um do outro, fazendo aquelas juras silenciosas que o tesão insiste em prometer em vão, mas que, por puro cuidado, eu e ele sabemos que é melhor não verbalizar. Quem se importa? Ele me dava tapinhas no rosto, mordia minha mão, e eu arranhava seu peito, usava suas mãos como apoio para aquela cavalgada que não tinha a menor pressa de acabar. E quando já não aguentávamos mais dentro de nós mesmos, gozamos – eu um pouco antes, ele logo depois, intenso e molhado dentro de mim. Por pouco não deixamos de jantar, porque, depois de tanto esforço, só tínhamos energia para dormir. Foi tudo rápido, porém muito intenso – e intensamente delicioso.

E eu estou aqui, lembrando e rindo. São 4hs da manhã, acordei com sede. E ele está aqui, ao meu lado, corpo no formato de conchinha, respirando com um roncar gostoso, um rostinho inocente de quem não se lembra, nem do gôzo, e nem de que há maldade lá fora. Inocente e todo meu, nem que pelas próximas horas. Eu vou voltar a dormir, porque tudo indica que o que aconteceu ontem de noite foi apenas um aperitivo, e que o prato principal ainda está por vir. E já fico com mais tesão, só de imaginar.

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Surpresa de Dia das Mulheres

Eram 07hs quando meu despertador começou a fazer escândalo.  Bipbipbip…  Eu estava num sonho tão bom que resmunguei um palavrão qualquer. “Ok, preciso trabalhar”. Olhei para o lado da minha cama – o lado vazio, que sempre me lembra que meu marido acorda ainda mais cedo do que eu para atravessar a cidade e chegar ao trabalho – e, sobre seu travesseiro, tinha uma nova lingerie, com um bilhete:

“Use isto hoje durante o dia. Não se atreva a colocar esta lingerie apenas perto de nos encontrarmos, porque quero sentir teu cheiro e teu gosto de “dia todo”.

Vamos jantar fora. Vá sem carro, por favor.

A propósito, Feliz Dia das Mulheres.

Com amor e tesão, Luiz”

Ri sozinha e timidamente. “Ah, é isso… O que será que ele está aprontando?”, falei em voz alta, como se, externando minhas ideias, a resposta viria. Como não veio, resolvi apreciar o novo mimo: um lindo corpete num tom roxo, com alguns detalhes em preto, e calcinha transparente preta, com os mesmos detalhes do corpete, porém roxos. Lindo de viver!

Banho, perfume, cremes, maquiagem… ritual da manhã: check! Escolhi um vestido para ir trabalhar – para deixar a área ventilando e também porque estava um daqueles ardidos do verão de Março -, um salto modesto, e lá fui eu, de ônibus, matar o último leão da semana.

Sorte que o dia passou rápido. Confesso que eu estava pilhada, tentando imaginar o que o Lu estava planejando. Depois de pouco mais de 7 anos juntos e, ainda que nos esforcemos muito, caímos numa rotina e qualquer programa serve para mexer as estruturas. Ainda assim, tento não criar muitas expectativas. Em minha única tentativa de sondar por sms, ele me respondeu “Trabalhe direitinho aí e deixe de ser curiosa. Estarei aí para te buscar às 18hs, não se preocupe.”. Aff! Rs

Pois ele estava lá, sim, às 18hs. Lindo, sorrindo e totalmente enigmático. Quando entrei no carro, trocamos um beijo super apaixonado, como há muito não fazíamos fora de casa. Aquilo me acendeu, mas percebi que não faríamos nenhuma estripulia como nos tempos de namoro. Fomos conversando sobre o nosso dia durante o trajeto, quando reconheci para onde estávamos seguindo: era a fachada de um apart que tínhamos ido uma vez, no dia em que ele me pediu em casamento. Sorri para ele, e ele retribuiu de volta, pegando minha mão. “Está com muita fome?”, “Não muita”, respondi.

Entramos, fizemos check-in, e subimos para o quarto. “Lia, vamos jantar no quarto mesmo, ok? Quero que você curta este seu presente e não quero que sejamos interrompidos.”, ele me disse no elevador. “Por mim, baby, ótimo! Essa minha curiosidade de todo o dia PLUS nova lingerie estão me quase me matando de tesão!”

Entramos no quarto – o mesmo quarto que marcou um dos dias mais importantes do nosso relacionamento. Ele me abraçou pelas costas, colocou seu queixo sobre meu ombro direito, sentiu o perfume do meu pescoço, mordeu o lóbulo da minha orelha, beijou minha nuca. Foi tudo muito rápido. Em um segundo estávamos entrando no quarto, e, no outro, estávamos nos beijando desesperadamente. Nossas mãos percorriam mutuamente dos cabelos ao sexo, nossa respiração estava ofegante, o tesão nos fazendo explodir. Ele me pegou no colo por um abraço e me levou para a cama, aproveitando a facilidade do vestido para já afastar minhas pernas e começar aquela tortura deliciosa. Mordeu a parte interna das minhas coxas, lambeu minha virilha, cheirou minha calcinha – que ainda vestia minha buceta – como quem aprende as notas de um novo perfume. “Adoro esse teu cheiro daqui debaixo”, ele sussurou, me olhando com aquele par de olhos castanhos claros, enquanto apenas afastava a minha calcinha, me deixando ainda mais ofegante. Num segundo senti sua língua quente e molhada beijando minha buceta – primeiro os grandes lábios, depois meu grelo, num movimento circular contínuo que ele bem sabe como fazer, e bem sabe que resulta em gemidos , mais gemidos… e orgasmo certo. E lá estava eu, gemendo, gemendo, tremendo as pernas, gemendo de novo, respirando ofegante – quase vivendo a pequena morte – quando ele enfiou um dedo dentro de mim. Foi o bastante, gemi mais alto, me entortei inteira, gozei.

O Lu é o tipo de homem que fica louco de tesão quando dá prazer a uma mulher e percebe que ela está curtindo. Ele ficou com o pau duro feito uma barra de ferro, e me conhece o bastante para saber que, depois que eu gozo, pode vir meter em mim, que estarei molhadinha e totalmente vulnerável. Adoro isto.

Então ele tirou minha roupa, me deixando apenas com o corpete, e me admirou naquele estado de mini-transe. “Você ficou linda nesta lingerie nova, tenho um bom gosto do caralho!” Me puxou para a beirada da cama, puxou minha calcinha e enfiou o pau dentro da minha buceta encharcada, começando com movimentos mais lentos, como se para me fazer habituar com sua presença deliciosa dentro de mim. E mais rápido. Mais rápido. E com mais força. E mais rápido. E nesse ritmo gozamos juntos, ele desmoronando ao meu lado da cama, e nós dois murmurando palavras sem sentido e rindo feito dois adolescentes. “Rápido, né?”, ele me disse. Eu ri ao responder que aquilo era a urgência dos nossos corpos. Descansamos num cochilo breve.

Acordamos e pedimos uma dessas especialidades do chefe, jantamos, conversamos mais algumas besteiras, vimos um filme que passava na TV a cabo e ensaiamos dormir. Mas estávamos muito ligados para pegar no sono e, ainda que em silêncio, não resisti ao pau duro do Luiz encostando na minha bunda na nossa conchinha. Estiquei meu braço para trás e peguei seu caralho de uma forma carinhosa, porém firme, e comecei a masturbá-lo. Senti sua respiração forte sobre minha orelha e um gemido que vinha do fundo da garganta, e fiquei louca de tesão novamente. Desci por sua barriga, chegando ao seu pau e começando a chupar com gosto, fazendo aqueles olhos castanhos revirarem. E chupei mais, e mais, e alternei os movimentos que ele mais gosta, volta e meia abocanhando o pau todo, encostando a cabeça no fundo da minha garganta e até ficando com meus olhos em lágrimas. Então eu montei sobre ele e sentei naquela pica grossa, cavalgando até gozarmos juntos novamente. “Acho que tem alguém insaciável por aqui, hein?” Eu ri da piada dele, mas estava cansada demais para um novo round. “Dorme com Deus” e “Amém”, ainda temos este costume. Acho bonito. Pegamos no sono pesado.

Acordamos por volta das 9hs do sábado, sol fritando lá na rua e nos obrigando a ligar o ar condicionado. Então acordamos, assistimos TV e conversamos mais algumas bobagens, como dessas de programar o final de semana, mas não fazer nem 50% daquilo que se programa. Ainda que eu soubesse que não faríamos nem a metade das coisas, me peguei rindo feito uma boba, recém-apaixonada. “O que foi, gata?” “Obrigada pela surpresa. Eu adorei!”, respondi timidamente. Percebi que ele riu como se tivesse contado uma piada para si mesmo, e fiz ele me dizer o que estava pensando. Na mesma hora ele deu um tapa na minha bunda, levantou da cama e me disse, a caminho do banheiro:

“Obrigada o cacete. Vamos nos ajeitar logo prá voltar prá casa. Você tem que fazer faxina! Hahahahaha”

“Seu groooosso! Hahahaha”

“Grosso e delicioso, como você bem conhece.”

Ele deu aquela piscadinha que me derrete. Mas é um filho da puta. Que me diverte e eu amo. O meu filho da puta. Que me preparou uma deliciosa surpresa de Dia das Mulheres, e que me faz lembrar sorrindo feito uma tonta…