A cavalgada

“Cris, senta aqui comigo”. O Márcio tinha se sentado na ponta da cama, indicando que eu sentasse ao seu lado esquerdo. Antes, tinha ligado o rádio naquela estação Rock que eu gosto, e deixado o volume baixinho. “Gostou do lugar?” “KCT, é tudo lindo!” “Sabe o que é mais lindo do que o lugar?” “O quê?” Eu não estava entendendo o jogo, mas estava servindo para quebrar a tensão que eu fiz o favor de instalar. “Olha prá cima.” O obedeci e ele disse: “Aquele casal ali é mais bonito do que este quarto”, ele disse apontando para o espelho, e continuou: “mas, com certeza, os dois não vieram prá cá prá ficarem comportados e vestidos deste jeito, né?” “Verdade”, eu disse.

Nos viramos de frente. Olhei em seus olhos, mas desviei o olhar. “Olha prá mim, Cris”, e o obedeci. Ele sussurrou em meu ouvido enquanto mordia minha orelha,  “Me dá mais daqueles beijos que estavam judiando de mim. Olha só como eu estou desde a hora em que te vi saindo do bar, no começo da noite…” Pegou a minha mão e me fez segurar seu pau por fora da calça. Uaaaau!  Que rola deliciosa! Se era boa ali, dentro da calça, imagine sem roupa, dentro de mim, na minha boca, na minha buceta… até suspirei. Apertei. Aí foi ele quem suspirou, e começamos a nos beijar de um jeito mais selvagem do que o fizemos durante toda a noite.

Ele desceu da minha boca para o meu pescoço, enquanto colocou a mão dentro do meu decote e começou a acariciar os meus seios, dando beliscadinhas de leve nos meus mamilos. A cada nova beliscada, eu gemia e ele olhava para mim, sorrindo e, novamente, me lançando aquele irresistível olhar de Capitu. Então ele afastou o meu decote, deixando meus seios à mostra, olhando para mim com-uma-cara-de-safaaaaaado que putaquemepariu3vezes! Não disse palavra, simplesmente desceu, em beijos, do pescoço para os meus seios. Enquanto beijava um, com a mão mexia no outro. E enquanto mordia um mamilo, beliscava de leve o outro. Eu estava toda melada.

Ele me levantou, tirou minha roupa, me deixando apenas de lingerie. “Que coisa linda! Você é gostosa, Cris, mais do que eu já imaginava.” Corei de novo, inferno. Mas sorri, e agradeci. Ele, então, me deitou de novo, colocou a mão por dentro da minha calcinha e começou a me masturbar de um jeito que, juro, nunca ninguém tinha feito até então. Os dedos pareciam que estavam em “U”, o polegar no meu grelo e o dedo médio massageando por dentro. Caralho, como aquilo era bom! Era muito bom! Gozei fácil, ali, pelo menos umas 4 vezes.

Entre uma mordida no lábio e um suspiro, sussurrei: “Me fode”, mas falei tão baixo que, quando ele disse “O que, Cris, repete, não ouvi”, não sei se estava dizendo a verdade ou querendo ouvir novamente. Respirei fundo, juntei todo o ar que meu pulmão conseguia reunir, olhei em seus olhos e disse, com propriedade: “Márcio, me fode. Agora!” “Aí, sim, Cris, gostei de ver. Vem cavalgar em mim, vem?”

É como se ele, sabendo exatamente do que gosto desde outros carnavais, tivesse ligado meu modo safada, e toda timidez que, até ali, tinha me comandado, tivesse se dissipado. Ele tirou toda a sua roupa – e, com ela, o meu fôlego também. Minha Nossa Senhora do Como É Gostoso Esse Márcio, viu? Rendi uns 10 segundos ali, admirando-o nu, e nitidamente o deixei sem graça. “Que foi? Vai me deixar encabulado assim…” “Gostoso!” Rimos de leve, e tirei o resto de pano que havia sobre mim.

Cavalgada

O pau dele parecia gritar pela minha buceta, tão duro que estava. Duro e perfeito! Ele colocou a camisinha, sentei sobre ele e, ah!, gememos juntos. E, enquanto ele gemeu, fechou os olhos. Ah, cacete, como foi lindo de ver! Então comecei a me movimentar, para a frente e para a trás, bem devagarzinho, e ele sorriu o sorriso mais safado desde que me beijou, aprovando minha cavalgada. “Isso, sua gostosa, senta na minha rola e me usa, vai!” Nossa, nem precisava pedir, eu queria me lambuzar. Eu estava transando com ele… e ele transando comigo, porra!

Ele levantou as mãos e começou a beliscar de leve os meus mamilos, enquanto não sabia se ficava me olhando ou se jogava a cabeça para trás para curtir, de olhos fechados, tudo o que estava sentindo. Eu só sei que estava olhando tudo, fechando os olhos às vezes, mas não querendo perder nenhum dos detalhes daquele feito do destino. Comecei a cavalgar mais rápido, e então mais rápido, e ele, então, segurou-me pela bunda, me impelindo a ir ainda mais rápido. Até que gozamos. Juntos. Fiquei espantada, aquilo não era tão comum para mim – não que nunca tivesse acontecido, mas era raro.

“Vem aqui, deita no meu braço”. Deitei, ele me virou e ficamos de conchinha. Depois disso, juntou as bebidas da noite toda, o relaxamento pós-foda e o sono. Eram 5h40 e não sei quem dormiu primeiro.

A história de “Cristiane e Márcio” será publicada um pouquinho por semana, Acompanhe por aqui  😉

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