Papo de Boteco – A Continuação

Caro leitor apimentado:

Sugiro que, antes de começar a ler este conto, leia o Papo de Boteco ( https://apimentinhaesuascoisas.wordpress.com/2013/02/22/papo-de-boteco/ ) , para entender o enredo… e já se esquentar.

Beijinho da Dona Pimenta

É Sexta-Feira. Estou naquele Tesão Pré Menstrual te tirar o fôlego e disparar o coração sem motivo. Resumidamente, tá foda. E cadê o Márcio que não chega em casa, prá apagar meu fogo?

Veja bem: ele está dentro do horário dele, um pouco atrasado, talvez. Mas é Sexta, o pilequinho dele é sagrado. Eu é que quero ele aqui, e logo. Vou ligar prá ele.

– Oi, amor! Buenas!

– Oi, minha delícia! Boa noite!

– Onde você tá?

– Parei num barzinho aqui na Vila… mas já estou quase indo embora.

– Vem logo, baby. Vem prá me comer, por favor! Tô precisando fazer um amorzinho selvagem hoje, topa?

– Ôpa, vou ali pagar a conta agooora! Hahahaha

– Vem logo. Tô te esperando só de calcinha, tá?

– Delícia! Vou voando prá casa!

– Vem com cuidado. Beijo!

Estou só de calcinha… porcaria nenhuma! Hahahaha Mas preciso incentivar. Até ele chegar em casa, dá tempo de eu tomar um banho, ficar cheirosa… e, aí sim, esperá-lo só de calcinha.

Vou para o banho… que inferno, até a água escorrendo sobre minha buceta depilada está me deixando com mais tesão. É melhor ser rápida, não dá nem tempo de me masturbar.

Saio do banho, passo um dos meus cremes que ele mais gosta de sentir sobre minha pele. Passo uma maquiagem leve, ajeito os cabelos, escolho uma calcinha fio-dental vermelha, rendada na frente. Acho que ainda não a usei para ele. Eu e essa minha mania de comprar um milhão de lingeries – defeito da maioria das mulheres. Pois é o exato tempo de eu colocar a calcinha e ouço a chave girando na porta. Meu coração dispara. Caralho, parece que é uma das nossas primeiras vezes. Que tesão delícia! Vou correndo para a porta.

A porta se abre, ele me olha e me dá aquele oi com um sorriso torto e safado, daqueles assim, de cantinho de boca. Me aproximo e nos beijamos enfurecidamente. Pego seu cacete, duro feito uma barra de ferro. Com uma mão ele aperta minha bunda, e percebo que ele encosta um saco plástico nas minhas costas enquanto sua outra mão me abraça. “O que é isso?”, interrompo o beijo, com cara de Lolita curiosa. “Você vai ver”, ele me responde, sorrindo deliciosamente.

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“Posso pedir um favor, Má?” “Claro, minha gostosa, pede!” “Só lava o pau, não toma banho, não. Estou com pressa de trepar, e te quero com o cheiro de dia todo. Tem jeito?“ “É prá já, minha putinha linda.” E vai em direção ao lavabo. Confesso, estou curiosa prá caralho, mas vou esperar o momento certo. Ele vai pro bar, conversa com os amigos, ouve uma conversa de mulherada, e de vez em quando aparece com novidade. Ai, caramba, o que ele vai aprontar desta vez? Se segura, Natasha, segura a ansiedade aí.

Vou para o quarto, deito-me em nossa cama. Ele aparece pouco depois, com o tal pacote – que depois percebo ser uma sacola de supermercado. Está só com a boxer preta que colocou hoje pela manhã, e aquele olhar metralhadora. Eu não me lembrava. Me derreto. Como esse meu marido é gostoso, minha Nossa Senhora! Ainda consigo, depois de 5 anos de casados, olhar para ele admirando-o como admirei sua beleza e gostosura na primeira vez em que nos vimos. Meu coração dispara, meus mamilos ficam duros, me sinto molhar um pouco mais. Êta, tesão maravilhoso!

Ele se aproxima, coloca a tal sacola em cima dos nossos travesseiros, me levanta da cama, vira-me de costas, morde meu pescoço. Gemo. Ele morde o lóbulo e lambe minha orelha, ai. Ele coloca a mão dentro da minha calcinha, percebe o quanto estou encharcada. “Caralho, Ná, que delícia a tua bucetinha. Me deixa sentir você, deixa?” E percebo que ele começa a me ajeitar para querer me chupar, mas interrompo: “Amor, nada disso. Estou desde depois do almoço querendo que você me pegue de quatro. Me deixa aproveitar que estamos assim.” “Ok, você manda!”

Então me ajeito na ponta da cama, bunda arrebitada para cima, a cara quase enfiada no colchão. Quando ele me pega deste jeito, falto morrer de tanto tesão. E lá vai ele, primeiro com carinho, mas já entrando naquela estocada forte, me segurando pelas ancas, e aos poucos aumentando ritmo e força. “Então era isso o que você queria, minha vadia?” Gemo. Gemo muito alto. Gemo porque gozei. Eu já imaginava que isso iria acontecer. E ele não para. “Gozou, é, minha putinha?” “Gozei, meu puto…” e gemo de novo, mais alto, e mais forte. Olho para trás, ambos de olho arregalado. Caramba, eu sabia que estava com tesão… mas assim? Que delícia! E assim vamos, entre xingamentos, palavras sujas, uns puxões nos meus cabelos, uns tapas na minha bunda… até que ele me pede para pegar o tal do saquinho. “Vai me contar o que temos aí?” “Você já vai saber, mas continue assim, de quatro e cabeça abaixada, minha gostosa.”

Sinto ele espalhando algo gelado sobre meu cóccix, e na sequencia ele lambe minhas costas. Hummmm, pelo cheiro… é chantily. Ai, caralho! E ele repete: espalha mais um pouco, lambe o chantily, agora indo em direção à minha bunda. Ai, caramba. Quando ele começa a dar atenção prá minha bunda, já sei o que ele quer. E fico ainda mais louca de tesão. Ele quer o meu cu, e é meu cu que vou dar prá ele.

Então ele espalha chantily no meu cu e na minha buceta, e lambe, sem pressa. Lambe com carinho, lambe como quem degusta uma deliciosa sobremesa. “Ná, tua buceta está deliciosa.” “Márcio, foda-se a minha buceta. Beija ela e meu cu até acabar este chantily, e depois fode meu cu, pelo amor de Deus!” Não costumo colocar Deus no meio das fodas, mas tá foda demais, ai meu Deus! E ele obedece: vem com sua língua de veludo, acaba com toda aquela lambança, e depois começa a roçar seu polegar no meu cuzinho. Olho para trás. Ele pega o lubrificante e joga um pouco sobre o pau, e começa a me foder.

Meu Márcio é um cavalheiro, come meu cu, no começo deliciadamente, mas depois… e hoje não seria diferente. Rapidinho meu cu se acostuma com seu pau dentro de mim, e ele começa aquela putaria toda de novo. E eu gemo. Gemo de um jeito mais selvagem. Gemo mais gostoso, como ele mesmo me diz. Porque adoro sentir aquela rola dura entrando dentro do meu cu, ainda mais depois de ter me fodido pela frente e eu ter gozado um monte. Caralho, isso tá muito bom, tá delicioso… gozo de novo, e de novo, e mais algumas vezes. Até que ele não se aguenta, tira o pau de mim, e goza sobre minhas costas, deixando minha gueixa cheia de porra. E nos jogamos, cansados, sobre a cama.

“Caramba! O que foi isso tudo? De onde surgiu a ideia do chantily?” “Ah, de uns papos que a gente escuta por aí, nos botecos da Vila Madalena.” E rimos, aquela risada gostosa.

Cu com chantily, quem diria…

Um pensamento sobre “Papo de Boteco – A Continuação

  1. Pau melado é sempre a consequência de eu vir aqui… Não consigo nem escondê-lo na cueca…

    Parabéns ao seu marido pela mulher que tem…

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