Sobretudo, sobre quase nada

“Se conseguir, se atrase um pouquinho. Me enrolei aqui e preciso de um pouco mais de tempo para me ajeitar para você <3”
Eu vi aquela mensagem no meu WhatsApp e pensei comigo “Caralho, ela tá aprontando!” E toda vez que ela me manda este tipo de coisa… velho, pode ter certeza de que alguma surpresa especial vai acontecer. Fiquei de pau duro na hora, só de imaginar o que aquela gostosa estaria planejando prá nossa noite.
Tínhamos combinado que eu passaria na casa dela para buscá-la e ela ir dormir no meu apartamento. Confesso que, depois da mensagem, fiquei louco para vê-la logo. O problema é que aquele pedido me mostrava que, além de não poder correr para chegar mais rápido, eu ainda teria que inventar algo pelo caminho prá dar o tal tempo que ela estava precisando. Ok, passei no supermercado, comprei umas cervejas e uns petiscos – tudo prá facilitar a nossa noite.
Segui para a casa dela, avisei que cheguei. Saiu pelo portão uma mulher de maquiagem marcante, cabelo “de festa”… de sobretudo cobrindo até os pés e uma sapato de salto. Caralho! Minha mulher já é linda, mas daquele jeito ela estava de matar. Com um sorriso radiante e brilho nos olhos, a gente se cumprimentou rapidinho, ela pediu que fôssemos logo pro meu apê. “Estou com muito tesão”, ela me explicou, com um olhar que misturava algo de meigo e safado ao mesmo tempo. Meu carro voou baixinho. E tive que me segurar (não apenas uma vez, inclusive) para não passar as mãos na perna dela durante o caminho – seria tentação demais.
Já teve aquela sensação de que o elevador demooooora para subir quando você mais precisa que ele vá rápido? Velho, aquela porra demorou para chegar na garagem, depois demorou pra alcançar o 10º andar. Puta que pariu! E o pior é que dava para perceber que ela estava se divertindo com toda aquela espera, aquela vadia deliciosa. O importante é que chegamos, e, no meio da minha sala, ela tirou o sobretudo. Estava sensacional, com um vestidinho tomara-que-caia, justo e curto, meia 7/8 com renda. Ficou mais linda e ainda mais gostosa naquele visual todo. E, conforme começamos a nos beijar, ela guiou minha mão em direção à sua buceta, e tome surpresa de novo: nada de calcinha, toda melada. Aquilo estraçalhou meu coração cheio de tesão! A levei em direção à cama, e sem esforço comecei a chupar aquela buceta carnuda e cheirosa. Como ela já estava “daquele jeito”, não precisei esperar muito tempo: ela gozou ali, rápido, se retorcendo com o efeito da minha língua sobre o seu grelo, sobre a sua pele.
Assim que se recuperou – e, caralho!, foi muito rápido! – ela me disse “deita, quero montar em você” e, com aquele visual de puta cara, sentou no meu pau. Sentou, rebolou, sentou de novo. Ela sempre gosta de começar por cima. Ficamos nessa até ela se sentir cansada e pedir que eu a fodesse de quatro. E claro, cavalheiro que sou, não posso deixar minha dama passando vontade.
Ela se ajeitou na cama e olhei aquela bunda gostosa virada em minha direção. Enfiei meu pau na buceta melada dela e comecei a foder. Primeiro devagar, depois mais rápido e mais forte, e mais rápido e mais forte, pirando ao observar a tatuagem que sobrava em seus ombros nus – não me canso de admirar. Ela gemia, virava o rosto em minha direção, pedia que eu a chamasse de puta, que eu desse tapas na sua bunda, e metesse ainda mais forte. E ficava cada vez mais encharcada. Até que, sob o sinal inconsciente que sempre me dá (“Não pára”, ela geme entre os dentes), percebi que ela estava quase gozando. E gozei, junto com ela, os dois gemendo alto como dois animais. Nos deitamos, pegamos no sono.
Às vezes eu acordo de madrugada, manja? Nesta madrugada eu percebi que ela praticamente desmaiou: dormiu com a roupa de toda essa farra, maquiada – e “acabada” por causa do suor -, toda descabelada. Ainda assim, no sono profundo, parecia um anjo. É difícil explicar, porque me faltam palavras. Só sei que, depois de ontem, nunca mais vou olhar uma mulher na rua, que esteja de sobretudo, de um jeito inocente. Essa diabinha angelical consegue fazer tudo me remeter a sexo. Graças a Deus!

12 pensamentos sobre “Sobretudo, sobre quase nada

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