Aquele da Rapidinha

– Alô?

– Tá em casa?

– Estou sim.

– Posso ir aí agora, agorinha?

– Ui, claro que pode! Hehehe

– Beijo, tchau.

– Beijo.

Eu tinha acabado de tomar um longo e delicioso banho, passado meu óleo corporal – cujo cheiro faz ele pirar – e estava quase me decidindo por dormir… quando uma saudade louca, aliado a um tesão inexplicável, me pegaram de surpresa. Decidi não desperdiçar todo aquela vontade, todo aquele desejo. Liguei para ele, me vesti: regata, saia soltinha, sandália. Sutiã, mas não calcinha. Meus cabelos loiros e longos presos num rabo de cavalo, e uma maquiagem rápida, porém fatal. Peguei meu carro e rumei para seu apartamento. Em menos de 20 minutos eu estava lá, atônita, dentro daquele elevador lento como uma lesma, o que só fazia com que o meu tesão aumentasse.

Quando abriu a porta, olhei-o de cima a baixo,reparando no volume em sua calça jeans. Estava no ponto em que eu queria! Perfeito! Ele veio para me cumprimentar com nosso habitual “selinho”, mas o interrompi, colocando o indicador sobre sua boca como quem pede silêncio, o empurrando para dentro do apê, charmosamente e com olhar sapeca, e ele apenas sorrindo, com falsa feição de quem não estava entendendo nada.

Entrei, fechei a porta, e ele fez um movimento realmente inocente de quem iria entrar, quando o puxei de volta. Em segundos me ajoelhei, abri o botão da calça, baixei o zíper, puxei com força calça e cueca – tudo junto – e comecei a chupar seu pau. Ali, quase que encostados na porta de entrada, olhando para ele com todo o tesão que eu estava sentindo. “Tente se conter nos gemidos”, eu disse logo no comecinho daquele boquete pelo qual eu tanto ansiava.

É um tesão fazer boquete nele: ele pira, faz cara de quem está delirando, segura a própria cabeça como se fosse para não perder o juízo. E eu admiro aquele visual todo, seu samurai tatuado na parte interna do braço direito, um dragão no peito esquerdo, que vem desde o trapézio até a cintura. Pacote completo de tesão e serviços!

Foi então que me entreguei. O chupava como se daquilo dependesse a minha vida, e via o reflexo do que aquele coquetel de sensações causava nele. “Ai, essa boca quente… caralho, gata!”, ele sussurrou entre os dentes, se empurrando contra a porta. Sorri, sem tirar seu pau da minha boca. Vai-e-vens delicados, porém profundos, que o faziam respirar mais forte. Seguradas firmes deste a base, apertando aquele caralho es-pe-ta-cu-lar, chupando a parte que sobrava acima da minha mão – e babando muuuuito –, que o faziam gemer e ter aqueles espasmos que me deixam blaster vaidosa. De vez em quando, engolia o pau dele à Garganta Profunda, e ouvia sua respiração cortada e o ar sendo sugado por entre seus dentes.

Ele deu uma respirada forte, arregalou os olhos, enfiou a mão eu seus cabelos e, em questão de segundos, me colocou de pé, me pegou no colo e me colocou sobre a bancada americana da cozinha. “Ui”, foi tudo o que consegui dizer, e rimos um pouco. E então ele começou a beijar o meu pescoço, ao mesmo tempo percorrendo a mão esquerda sobre meus peitos e a direita em minha coxa, caminho tranquilo graças à saia. Quando ele alcançou minha virilha, parou os beijos e mordidas em meu pescoço para sussurrar em meu ouvido “Sem calcinha, sua safada” e então alcançou a minha buceta, enfiando um dedo daquela mão de dedos grossos dentro de mim e, com o polegar, massageando meu grelo. “Olha que putinha, já está toda encharcada”, ele novamente sussurrou em meu ouvindo, mordendo a ponta da minha orelha e voltando para o meu pescoço, meu ombro… me enlouquecendo com todos aqueles toques juntos. Era minha vez de pirar, de respirar forte, de gemer, de sussurrar putarias para que apenas ele escutasse. Adoro quando ele me masturba assim. “Quero você dentro de mim”, pulei da bancada, “agora”.

E então ele me virou de costas e me fodeu ali. Eu, com minha roupa, me apoiando na bancada, costas inclinadas para a frente e a saia sem calcinha. Ele, calças arreadas, feito um cachorrinho, segurando minhas ancas e metendo forte dentro de mim, aumentando cada vez mais a velocidade, até o momento em que, nos esquecendo que estávamos na porta da entrada, ele sussurrou um pouco mais alto “Vou gozar” e respondi “Eu também” em meio a um suspiro, e desmoronamos ali mesmo, ficando deitados por alguns minutos, entre silêncio e sorrisos e o habitual carinho pós foda.

Recuperei-me daquele orgasmo maluco, levantei-me do chão e ele se levantou junto comigo. “Vai ficar por aqui hoje?”, ele me perguntou. “Não, não,  já vou embora.” “Como assim, gata? Você chegou não faz meia hora… fica um pouco, vai?” “Baby, só vim aqui para isso mesmo. Hoje eu vim só para a gente se foder.” “Maluca”, ele me disse rindo e meneando a cabeça. “Gostoso! Rawrrr!”, respondi de um jeito divertindo, já abrindo a porta de saída, esperando apenas pelo nosso selinho de tchau.

Fui embora e dormi feito uma pedra, corpo cansado e consciência tranquila. Sou totalmente contra o desperdício.

13 pensamentos sobre “Aquele da Rapidinha

  1. Mais um conto maravilhoso e deliciosamente excitante!! Parabéns!!
    Fiquei aqui com água na boca!! hmmmmmmmmmmmmmmm que tesão doidooooooooo
    Bjsssssssssssssssssssssss

  2. Ahhhh, queria te dizer uma coisa…. vc ficou de novembro a fevereiro sem postar nenhum conto? Que sorte a minha ter te encontrado…. me deliciando com as histórias e agora lambendo os beiços a espera de um novo conto, de uma nova visita, de uma resposta…….hmmmmmmmm
    bjs

  3. Hum… Delicia!!! Este conto gera uma mistura de desejo, tesão, nostalgia, saudade… Tufo misturado e te faz buscar, lembrar e viajar… Obrigado por mexer com nosso imaginário!!! 😉

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